Resenha: "Cidades de Papel" - John Green


Cidades de PapelAutor: John Green
Editora: Intrínseca
Título Original: Paper Towns
Páginas: 368
Ano: 2013
Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos desde crianças. Eles passaram a maior parte da infância juntos, porém, um acontecimento mudou a vida dos dois: andando de bicicleta pelo parque, eles encontraram um corpo morto. Depois disso, nada mais foi como antes. Eles pararam de se falar desde então, não porque Quentin queria, pois ele sempre foi apaixonado por Margo e passou a maior parte da sua juventude admirando-a, observando-a pelos corredores da escola. Por outro lado, Margo age como se nunca tivesse um dia falado com ele, o ignora e o trata como se nunca tivesse existido. Porém, numa noite comum, Quentin é surpreendido por Margo, que aparece em sua janela o obrigando a pegar o seu carro (seu apenas quando sua mãe não está usando), para ele viver a melhor noite da vida dele.
 
“- Meu coração está acelerado – falei.- É assim que a gente sabe que está se divertindo – disse Margo.” 
Após a noite surreal e cheia de aventuras que Quentin teve com Margo, no outro dia ele pensa que tudo vai ser diferente: eles iriam enfim voltar a ser amigos, ou até mais íntimos que isso, que iriam almoçar juntos e quem sabe, até andar de mãos dadas. Entretanto, mal sabe ele que Margo havia planejado as coisas bem diferentes do que ele imaginava.
Para sua surpresa, no outro dia Margo não aparece na escola, nem no outro e nem no outro. Ela fugiu da cidade e não havia lhe contado. Mas, sempre que Margo fugia, ela deixava pista indecifráveis e Quentin tinha esperanças que poderia desvendá-las. Então, com a ajuda de seus amigos Bem, Radar e Lacey – amiga de Margo –, eles começam uma busca para desvendar o mistério do paradeiro de Margo investigando as pistas que ela deixou para trás, vivendo uma aventura fantástica e cheia de humor entre amigos em busca de Margo Roth Spiegelman.
 
“VOCÊ VAI PARA AS CIDADES DE PAPEL E NUNCA MAIS VOLTARÁ.”
Esse é o terceiro livro do John Green que leio – li A culpa é das estrelas e Quem é você, Alasca?- e ainda não consegui cair de amores pelas obras dele. (Não queiram me matar, por favor haha) O livro é bom, mas ainda não consigo enxergar o que tanto as pessoas acham de maravilhoso nas obras dele. Não estou dizendo que é ruim, apenas que não é algo tão grandioso assim. Gosto do jeito que o John Green escreve e o que ele fez nesse livro foi muito bom. Se tenho algo a dizer sobre a escrita do John, é que ele sabe desenvolver muito bem uma história, o problema mesmo é a finalização. Sempre quando termino um livro dele, sinto que não terminou, fica sempre faltando algo. E foi o que aconteceu em Cidades de Papel. O que salvou o livro para mim foram os personagens coadjuvantes, Ben e Radar, que encheram a história, pois Quentin mesmo me deixou meio que irritada. Pensa num personagem totalmente obcecado por uma pessoa que nem liga se você está respirando ou não, então, esse é Quentin. Chega a ser cansativo a obsessão dele por Margo.     
 
Não sei mais quem ela é, ou quem era, mas preciso encontrá-la.” 
O que deixa o livro bom não é nem o romance que criamos expectativas no decorrer da leitura, ou se Quentin irá ou não encontrar Margo, mas sim a aventura e comunhão entre os personagens principais. Toda a busca compulsiva de Quentin por Margo, de certa forma conseguiu ser meio engraçada, com as piadas e o jeito espontâneo de Ben, a inteligência e a coleção de papais noéis – que me rendeu muita risada, por sinal!  Chego até dizer que não se trata de romance e amores mal correspondidos a mensagem do livro, mas sim, a parceria entre os personagens. Me fez refletir sobre as pessoas que realmente podemos contar nos momentos de loucura e desilusões. Cidades de Papel fala acima de tudo sobre amizade.
Ver que além dessa busca sem fim pela Margo, eles vivem a alegria do último ano do colégio, a quebra do preconceito, a união de todos os grupinhos desde o mais popular até o mais nerd, todos juntos curtindo festas e a conclusão de uma fase importante de suas vidas.
 
Não sei com o que me pareço, mas sei como me sinto: Jovem. Estúpido. Infinito. Lacey e Ben se jogam pelas portas laterais do carro [...] E como em um pit stop da Nascar, a gente comemora com high-fives e tapinhas nas costas. 
Em Cidades de Papel, vemos uma garota problemática que busca uma vida que não seja estudar, casar e ter filho, mas sim, ter liberdade; Vemos também um garoto apaixonado, cheio de expectativas, que aprendeu a ser corajoso e que aprendeu que a ser livre, ser feliz com as pessoas que o fazem feliz. Enfim, Cidades de Papel não é o melhor livro do mundo, mas também não é ruim, bem mediano, porém com personagens bem construídos. Se você está atrás de romance, nem se iluda e muito menos crie expectativas. Mas, se você busca um livro cheio de mistério, humor e parceria entre amigos, comece a lê-lo agora mesmo.
 
A imaginação não é perfeita. Não dá para mergulhar por inteiro dentro de outra pessoa [...] Mas imaginar ser outra pessoa, ou que o mundo pode ser diferente, é a única saída. É a máquina que mata fascistas.”

Classificação: 


Carina Rissi divulga capa de #Perdida3: Destinado - As Memórias Secretas de sr. Clarke!

Olá, leitores!
Estou tãããããããão feliz por trazer essa notícia! Para os fãs de Carina Rissi, a espera acabou: A linda capa foi divulgada hoje - quase agora - nas redes sociais da autora! Minha reação?! Dei vááááários gritinhos, pulinhos de alegria, fiz uma dancinha meia louca, ai quase chorei de tanta alegria e essas coisas... Nada anormal. (Minha mãe perguntou se tava bem... coitada, tem uma filha meio doidinha, hahaha) Se fosse pra escolher uma foto que mostre a minha reação, escolheria essa com toda a certeza:



Após me recuperar, eu pensei: "olha essa capa!!" Como sempre ficou DI-VI-NA, meus parabéns, minhas palmas, minha gratidão, beijos e abraços, para o Designer André Tavares, que sempre nos presenteia com capas lindas!
Vejam:



O que dizer dessa capa?! Pra mim, foi a mais linda de todas, com toda certeza! O Ian esta maravilhoso, fora os detalhes... como o celular na mão dele, a Sofia correndo lá atrás com o seu famoso All Star Vermelho em pleno século dezenove e, temos ainda a casa deles de fundo! É pra acabar com o nosso emocional!
Carina Rissi, divulgou também a sinopse do livro, confiram:

“Ian Clarke é um homem de sorte e sabe muito bem disso. Ele encontrou a felicidade que tanto almejava ao lado de sua amada (e complicada) Sofia. Não que tenha sido fácil — mas o que é simples quando o assunto é sua esposa? O destino tem sido gentil, e por essa razão Ian se esforça tanto para ser um bom marido, um bom pai, um bom irmão. Entretanto sua felicidade começa a ruir no baile de aniversário de sua irmã, Elisa. Ian assiste, impotente, enquanto sua vida perfeita se transforma em uma terrível catástrofe. A noite é desastrosa, e Elisa, a menina que ele jurou proteger, se torna alvo de um escândalo. Mas o pior ainda está por vir. Um assunto do passado, um pesadelo que há muito o persegue, retorna para assombrá-lo. Aterrorizado com a possibilidade de perder Sofia outra vez, Ian segue seu coração na tentativa de proteger a mulher que ama, sem se importar com as consequências. Ele só não suspeitava de que o preço a pagar seria tão alto...Em Destinado: as memórias secretas do sr. Clarke, os leitores vão conhecer um novo capítulo da arrebatadora história de amor de Ian e Sofia — desta vez pela perspectiva desse cavalheiro que conquista corações por onde passa.”
Estou sentindo que esse livro vai dar no que falar, hein?! Não vejo a hora de saber do bafão que envolve a Elisa, de desvendar os mistérios do sr. Clarke, de me divertir com a Sofia e, me apaixonar de novo e de novo por esse casal perfeito!
Ahhh, pra acabar mais ainda com nosso psicológico, Carina Rissi nos informou que "Destinado" chegará nas livrarias dia 28 de Setembro, mas já está em Pré-Venda exclusivamente na Saraiva Online, e detalhe, todos os livros desta Pré-Venda irão AUTOGRAFADOS!!! Meu Deus, vou correr pra garantir o meu, hahaha!

E ai, o que acharam? Deixem os seus comentários... Eles são seeempre bem-vindos! *-*
Beijos,
Ana Gomes



Resenha: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard

A Rainha Vermelha

Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Título Original: Red Queen
Páginas: 424
Ano: 2015
Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.



Hey, leitores!
Hoje trago a resenha do livro mais comentado dos últimos meses, A Rainha Vermelha. Desde de seu lançamento, não só no Brasil, mas em muitos países, o livro de Victoria Aveyard deu no que falar.
Eu devo confessar que esse foi o tipo de livro que me chamou não pelo conteúdo, mas sim, pela capa - que é absurdamente linda.
Devo confessar também, que foi meio/totalmente difícil fazer a resenha dessa obra! Haha
Mas, bora começar e deixar de nhenhenhém... 

Mare Barrow é uma vermelha, que vive em uma nova era onde as pessoas são divididas pelo sangue: Prateado ou Vermelho. Os Prateados são como deuses poderosos, por terem o sangue prateado, eles têm poderes, por isso, tratam os vermelhos como escravos, vivem desprezando e humilhando os Vermelhos, que vivem em extrema pobreza, obrigados a lutarem na guerra que gira em torno de Norta ao atingirem a maior idade. Todos os seus irmãos, já estão na guerra e logo, esse será o destino de Mare.

"A guerra prateada deles é paga com sangue vermelho."


Como Mare não possui um emprego, ela vive roubando pela cidade para poder sustentar a sua família, mas tudo acaba mudando quando Kilorn perde drasticamente o seu emprego e consequentemente, será chamado para se juntar a guerra. Então, Mare acaba correndo atrás de um jeito de fugir junto com Kilorn, mas é surpreendida ao conhecer Cal - um misterioso homem que ela ia assaltar pelas ruas de Palafita -, que acaba lhe oferecendo um emprego no palácio. Porém, mal sabe ela, que ao plantar seus pés no palácio tudo iria mudar em sua vida.

"Parece que a vida simplesmente decidiu abrir as comportas para tentar me afogar num redemoinho de reviravoltas."

No entanto, ao chegar no palácio, algo totalmente estranho acontece: Mare descobre que tem poderes como os Prateados. Porém, essa descoberta causa confusão entre os Prateados, então Elara - a rainha -, acaba inventando uma história, dizendo que Mare é uma Prateada que foi criada por Vermelhos, para não assustar os Prateados, já que isso nunca havia acontecido no meio deles. 
Mas afinal, como é possível ela ter poderes, se ela é uma vermelha? 
No meio desse mistério, conforme os acontecimentos, uma guerra maior do que tudo que já aconteceu em Norta está por vir, uma imensa revolução, a igualdade que todos os Vermelhos desejam e irão lutar por si mesmos. E Mare, será o centro de tudo, a peça chave do tabuleiro para derrubar os poderosos Prateados.

"Viraram-me do avesso, trocaram Mare por Mareena, a ladra pela coroa, trapos pela seda, vermelho por prateado. Esta manhã, eu era uma criada; à noite, sou princesa." 
"Uma pele vermelha atrás de uma cortina prateada."

No decorrer da leitura eu só conseguia pensar: Meu Deus, isso tudo é uma mistura de Game Of Thrones, X-Men, Jogos Vorazes, e claro, A Seleção. A guerra e a competitividade pelo poder que gira em tordo do Reino; a Elara, que me lembrou muito Cersei Lannister; os poderes sobrenaturais, desde manipular o fogo, água, metais e mente, até o poder de Mare, a eletricidade (X-Men); A pobreza, a humilhação e desigualdade social de Jogos Vorazes; E não tem como não ver um pouco de A Seleção, seria coincidência o nome da personagem ser apelido da personagem principal de A Seleção? Como também as diferenças e a luta pela igualdade, que também predomina bastante no livro; E claro, o romance entre o príncipe e a plebeia... Eu fiz todas essas comparações, não para dizer que o livro é ruim, mas sim pra dizer que as influências da autora são BEM evidentes na obra, mas ela - por incrível que pareça - conseguiu colocar como autora, o seu toque na obra.

"Nos contos de fadas, a garota pobre sorri ao se tornar princesa. No momento, não sei se voltarei a sorrir algum dia."

A trama é bem intensa, tanto, que não conseguia parar de ler. A curiosidade pra saber o desfecho da história é muito grande, justamente pelo fato de você não saber se o que acontece é sincero, verdadeiro ou é apenas uma manipulação, uma mentira, falso. Acho que essa foi a grande chave da Victoria, como o livro é narrado em primeira pessoa, querendo ou não, sempre há um envolvimento maior, então fiquei meio chocada a cada acontecimento da história. 
A forma também que a autora construiu a personagem principal é diferente, a personagem é muito madura para sua idade, meio seca, até ardilosa em alguns momentos, mas totalmente apegada à família e faz de tudo pelas pessoas que ama, mesmo sabendo que irá sofrer com as consequências. 

"Todo mundo pode trair todo mundo"

Eu gostei muito do livro, mas o que a autora - ao meu ver - não soube construir foi o romance. Até agora eu não sei se era um triangulo/quadrado amoroso...Tem primeiramente o Kilorn, em seguida vem o Cal e depois, Maven. Kilorn o vermelho que passou a infância com Mare, mas fica meio subentendido se terá algum envolvimento entre os dois. Já os dois príncipes prateados - Cal e Maven - há um envolvimento, mas não consegui enxergar amor entre eles. E tem também a Mare, de verdade, fiquei em dúvida de quem a personagem estava afim - se é que ela estava afim de alguém, também tem essa. Por tanto, se a Victoria queria nos envolver em um romance, não sei se posso dizer que foi isso aconteceu. Porém, ela deu um tacada de mestre no finalzinho da história que me surpreendeu, de verdade. Posso dizer, que me cativei pela pessoa certa no início da história, depois desviei para o caminho errado e, finalmente, voltei para o caminho certo. 

"Devagar, ele começa a cantarolar. Reconheço a melodia: é a canção triste. Foi ao som dela que nos beijamos na sala banhada pelo luar. Trovões ressoam nas nuvens [...] Até o céu chora nossa perda."

Todo mundo pode trair todo mundo, realmente é o lema da história, fiquei chocada com as revelações, enquanto as peças do tabuleiro eliminavam os envolvidos no jogo. Nos momentos finais do livro estava ficando nervosa e ansiosa, pois os acontecimentos chocantes só aumentavam e as páginas diminuíam. Fiquei triste, com raiva, estranhamente envolvida à causa dos vermelhos e, querendo ou não, também me apeguei a alguns prateados. Talvez seja por isso que me apeguei: saber se os Vermelhos iriam vencer a guerra entre os fortes e destemidos Prateados. Fiquei meio irritada com o final, não por ser ruim, mas sim por curiosidade, já que ficou no ar muuuita coisa - consequentemente, pelo fato de que irá ter outro livro.

"Parte de mim deseja se submeter às correntes, a uma vida cativa e silenciosa. Mas eu já vivi uma vida assim, na lama, nas sombras, numa cela, num vestido de seda. Jamais serei submissa de novo. E jamais vou parar de lutar."

Entre tantas distopias que vemos hoje em dia, talvez, Victoria Aveyard, tenha achado o caminho certo, totalmente diferente de tudo que vimos até hoje. Ou talvez, eu esteja errada, mas com certeza - por curiosidade e um pouco de expectativa -, irei ler a sequência. E, convido a você a ler e tirar a sua própria conclusão. Victoria tem uma história surpreendente nas mãos, só falta ela saber utilizá-la.


Classificação: 

Atualizado:

P.S: O livro deu tanto no que falar, que já está com adaptação para o cinema marcado! Trarei mais informações sobre as gravações futuramente... E o segundo livro, intitulado como Glass Sword (sem tradução oficial ainda, mas deve ser "Espada de Vidro", algo do tipo), está prevista pra fevereiro de 2016!
Confira a capa da sequência:


Fiquem ligados, próxima resenha Cidades de Papel!
Beijos,

Ana Gomes.








TAG #3: Dias da semana em livros


Hey, leitores!
Como faz já algum tempo que não trago uma TAG aqui no blog, hoje decidi trazer uma que vi no blog Um Oceano de Histórias já faz algum tempo, mas só tive tempo para criar o post agora! Haha
Essa TAG foi criada pelo blog Garota It. A TAG é bem legal e simples: escolher um livro para cada dia da semana! Então, bora começar:

Segunda-feira - Um livro que você teve preguiça de começar

A Guerra dos Tronos

As Crônicas de Gelo e Fogo foi um livro que eu tive muuita preguiça de começar! Hahaha
A preguiça foi por vários motivos: a quantidade de páginas, a falta de tempo, por ser uma série de livros e todos com muitas páginas! Mas graças a Deus essa preguiça passou e esse ano eu conclui a leitura dos cincos livros publicados, que por sinal, valeu muito a pena! Sou apaixonada por essa série \o/

Terça-feira - Um livro que você empurrou com a barriga ou leu por obrigação

A Menina Que Não Sabia Ler

Foi A menina que não sabia ler. Não li por obrigação, eu ganhei ele da minha irmã. Foi o livro que li aos trancos, sempre parava e voltava a ler - já que sou do tipo que o livro pode ser uma merda, mas eu continuo firme e forte lendo.

Quarta-feira - Um livro que você deixou pela metade ou que está lendo

O Diário de Anne Frank

Foi O Diário de Anne Frank, eu deixei ele pela metade por um mês. Não que seja ruim, o livro é lindo e emocionante, mas acabei me enrolando no meio de tanta leitura e deixei ele meio de lado. Por incrível que pareça, terminei ele ontem e com certeza entrou para a minha lista de livros favoritos! *---*

Quinta-feira - O livro de quinta. O livro que você não recomenda

Veneno

Eu não recomendo a série de livros Veneno. Tem pessoas que gostam, mas foi um livro decepcionante para mim. Sei que os contos reais seguem a linha meio macabro sexy e dark (e olha que eu gosto bastante), mas achei que a autora apelou demais o conteúdo de sexo no livro, mesmo sendo um livro adulto e tal, acho que os contos de fada têm muito a oferecer além do sexo. Não conclui os três livros, parei na metade do livro Poder, por ser muito apelativo e óbvio.

Sexta-feira - Um livro que você quer que chegue logo (lançamento ou compra)

UnforgivenThe Winds of Winter

São tantos, que fica até difícil! hahaha
Mas os que estão acabando com a minha ansiedade são Ventos do Inverno (The Winds of Winter), o livro Seis da série As Crônicas de Gelo e Fogo. E também o livro da Lauren Kate, Unforgiven, que conta a história do meu personagem favorito, Cameron Briel! Ah, tem também o livro Perdida 3, que a Carina Rissi acabou de divulgar o nome: Destinado - As memórias secretas do senhor Clarke.

Sábado - Um livro que você quis começar assim que ele terminou

No Mundo da Luna

Com certeza foi No Mundo da Luna! Me apeguei tanto aos personagens, que logo quando terminou fiquei tentada a começar de novo! rs A história é linda, os personagens são totalmente cativantes e bem construídos e acima de tudo, rola aquele romance fofo e apaixonante... Ah, é simplesmente lindo! *-*



Ahhh, acabou! E ai, gostaram?
Amei fazer essa TAG e se você também gostou, faça no seu blog também e deixem o link nos comentários para eu dar uma olhadinha!

Um super beijo,

Ana Gomes (:

Resenha: No Mundo da Luna - Carina Rissi


No Mundo da Luna

Autora: Carina Rissi
Editora: Verus 
Páginas: 476
Ano: 2015
Sinopse: A vida de Luna está uma bagunça! O namorado a traiu com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina do que com ela e seu chefe vive trocando seu nome.
Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas e o quadro de jornalistas diminuiu drasticamente. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo dela. Embora não tenha a menor ideia de como fazer um mapa astral e não acredite em nenhum tipo de magia, Luna aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser criar um texto em que ninguém presta atenção?
Mas a garota nem desconfia dos perigos que a aguardam e, entre muitas confusões, surge uma indesejada, porém irresistível paixão que vai abalar o seu mundo. O romance perfeito — não fosse com o homem errado. Sem saída, Luna terá que lutar com todas as forças contra a magia mais poderosa de todas, que até então ela desconhecia: o amor.

Mais um livro apaixonante da Carina Rissi! Ela tem um dom de contar histórias lindas e eu não me canso de me apaixonar por elas.
Luna é uma jornalista recém formada, que acabou de ser contratada pela revista Fatos&Furos, mas como recepcionista que faz tudo para o redator-chefe babaca, nerd e que usa gravatas ridículas, chamado Dante Montini – que vivi lhe chamando de Clara, não de Luna. Porém, a Fatos&Furos está passando por problemas financeiros e está quase falindo, então Dante entrou na parada para tentar levantar a revista, mas a grana está pouca e muitos dos jornalistas que trabalham para a revista estão saindo e indo para revista concorrente, Na Mira. O que gerou a grande chance de Luna: uma coluna na revista. O tema da coluna é sobre horóscopo – que Luna não manja nada e não acredita muito no assunto –, mas ela topa mesmo assim, não iria perde essa chance por nada.

“Eu provaria para aquele redatorzinho, que nem ao menos penteava os cabelos, que eu podia ser muito mais que só a menina da recepção.”
 
Luna tem na família linhagem Cigana, por isso, liga para sua avó – que é uma das melhores Ciganas de todos os tempos –, mas não consegue nada, só um alerta para que ela não faça a coluna, já que ela não quer que Luna se meta com essas coisas sem acreditar; ela corre para o mestre dos mestres: senhor Google e encontra uma lojinha de tema ciganos e corre lá e encontra um jogo de cartas que ela deduz que irá conseguir criar o horóscopo da semana.
O que ela não fazia ideia, era que a Coluna da Cigana Clara iria fazer sucesso, o que teve um grande retorno dos leitores.

“Tá legal! Parecia que todo mundo decidira acreditar na coluna da Cigana Clara. Comecei a ficar preocupada. As pessoas não deviam dar atenção, muito menos acreditar naquela porcaria. Se continuasse assim, o Dante jamais me tiraria do horóscopo.”

Com a vida profissional dando certo, na vida amorosa de Luna tudo está dando errado.  Com o fim do namoro de dois anos e o seu ex acabou e de ficar noivo depois de um mês do termino, com uma uma mulher linda, Luna se sente down, porém ela não faz ideia do que o destino lhe reservou, quer dizer, sabia, pois sua vó lhe contou, mas não enxergou - ou não quis - de início.

“[...]Então o que vejo é um homem que vai roubar seu coração e te amar de maneira pura e verdadeira. – Não encontrei ninguém assim ainda. E nem encontraria. Não na vida real. Vovó deu risada. – É claro que encontrou. Só não prestou atenção ainda. Ele já entrou na sua vida, filha.”

O envolvimento dos dois personagens começa de uma forma tão hilária, que não contive as gargalhadas a cada virada de página! Num desencontro, ambos, Dante e Luna, acabam curando as mágoas um do outro com tequila – aprendi que beber tequila não é uma boa, só quando tiver um Dante envolvido no meio!! Haha
O desenvolvimento do relacionamento dos dois na história foi tão espontâneo e inocente, pois os dois são tão diferentes em tudo, que a diferença completava um ao outro.  Quando dei por mim, já estava torcendo pelo casal – mesmo a Luna me irritando em alguns momentos.

“Eu sorri, e o mais preocupante é que foi espontâneo. Ele me fez sorrir, e não foi por causa de suas gravatas ridículas nem do seu cabelo. O que é que estava acontecendo com o mundo?”

O livro é cheio de momentos lindos, frases perfeitas, que não conseguia parar de ler! Me vi suspirando a cada capitulo, fiquei com um sorriso bobo nos lábios, mas também quase arranquei meus cabelos de irritação com as dúvidas – sem sentido – da Luna, comi as unhas de ansiedade, vibrei de alegria, me surpreendi, deixei algumas lágrimas rolarem, etc, etc... Ler esse livro da Carina foi uma montanha russa de emoções! Carina Rissi é craque no que faz!

“Fiquei chocada, perplexa, com a enormidade do que havia extravasado de meu coração, algo que eu não sabia como tinha entrado ali, para começo de conversa, mas que se agarrava a cada célula de meu corpo, se amalgamando a cada minúscula parte de mim. Foi quando eu soube. E, infelizmente, acho que o Dante também.”

Além de toda trama entre Luna e Dante, temos outros personagens que deram um toque a mais na história: a Vovó Cecilia é uma delas, como também Raul, o irmão da Luna, que é bem engraçado; tem também a Sabrina, a melhor amiga da Luna, que é uma fofa, o Viny, o pessoal da revista... Todos muito bem construídos e desenvolvidos perfeitamente no trama da história, cada um mais cativante que o outro.

“– Meu Deus! Você é tão obtusa! – Às vezes, ouvir a Sabrina me chamando de obtusa me fazia rir, mas naquele momento foi apenas irritante. – Você não gosta dele, Luna. Você está amarradona, totalmente de quatro por ele. Você se apaixonou pelo Dante!” 
 A história é fantástica, além do lindo romance que se desenvolve na história, tem também muita ação – daquelas que acabam sendo muito cômicas! –, leituras de cartas da Cigana Clara que rendem muitas risadas e também muita coisa interessante sobre a cultura cigana. E claro, surpreendentes momentos de fazer querer arrancar os cabelos de tanta ansiedade para saber no que vai dar no grande final!
O livro não é daqueles que ficam caidinhos e repetitivos a cada final de capitulo, pelo contrário, a cada página virada é uma surpresa que gera o desejo de querer mais e mais da história!

“– Eu me sinto de muitas formas com você, mas, se fosse escolher uma única palavra para definir, eu diria que me sinto vivo. E gosto de me sentir assim. Então gosto de estar perto de você e, por consequência... gosto de você.” 
Não consigo dizer que esse foi o meu livro favorito da Carina, porque todos são apaixonantes, mas com certeza, esse livro me marcou de muitas formas. É uma história linda, revigorante e doce, cheia de paixão, magia e humor. É o tipo de livro que você lê e, automaticamente quer ler novamente. Carina Rissi represente maravilhosamente bem a literatura brasileira, mostrando que o Brasil tem sim autores maravilhosos!


Classificação: 

Playlist da Semana: Scalene!

Hey, leitores!
Hoje trago um post super-hiper-mega especial! Vocês já ouviram falar da banda Scalene? Bom, para aqueles que estão acompanhando o programa da Rede Globo, SuperStar, devem conhecer o som fantástico da banda!
Eu,  particularmente estou apaixonada e torcendo bastante pra banda ganhar neste domingo (12/07), na final do programa. E, se vocês não conhecem - como não?! -, irão conhecer agora, tipo, já!

 

Formada em 2009, a banda Scalene, de Brasília, conta com Gustavo Bertoni (vocal, guitarra, piano), Tomas Bertoni  (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe "Makako" (bateria e vocal). A banda tem seis anos de carreira, contendo dois EPs (Scalene e Cromático) e três CDs lançados ( Cromático, Real/Surreal e o novo lançado esse ano, Éter), sendo um independente. 
A banda tem como referência Queens of Stone Age (*o*), Radiohead e entre outras nessa linha Indie Rock - que eu sou apaixonada!
A banda já me conquistou de cara pela voz do Gustavo - que tem um timbre lindo, único e fora do normal - juntamente acompanhado de um instrumental pesado, que é A-B-S-U-R-D-O! (Fantástico, bombástico, fodástico, tudo ástico!).
Mesmo com todas essas influências e tal, a banda é única! Não consigo compará-la com outras bandas. Já ouvi compararem com Glória, Fresno, etc, etc..., MAS, os caras têm um rock diferente de tudo que já vi por aqui no Brasil. Não sei o que tem na água de Brasília, mas só sei que as grandes bandas brasileiras vêm de lá!
Só mais duas curiosidades sobre a banda (pra gente começar com a parte boa, ou seja, as músicas rsrs): 1) Os gúris já tocaram no Lollapalooza Brasil e South by Southwet (SXSW), em Austin, Texas, EUA. 2) A música "Danse Macabre" passou a ser tocada aqui em São Paulo na rádio 89FM. ( uma das maiores emissoras de rádio do Brasil!)   
Infelizmente, eu conheci a banda através do programa SuperStar - digo infelizmente, porque queria ter conhecido as músicas deles há seis anos atrás!! -, mas não perdi tempo e baixei todas as músicas possíveis e impossíveis! Haha Agora, sabe aquela fase que você escuta a banda quando acorda, quando toma café, enquanto toma banho, enquanto se arruma, no trem, no metrô, indo trabalhar, voltando do trabalho, lendo livro... Enfim, é assim que estou no momento com Scalene. ( Muito in love <3)
Então, fiz uma playlist das minha músicas preferidas da banda -  que são todas, mas fiz um IMENSO esforço para separar apenas dez, ops, 14! 

Aperte play e encantem-se com Scalene ():



Sequência das músicas:
1. Surreal
2. Sublimação
3. Silêncio
4. Milhares Como Eu
5. Danse Macabre
6. Amanheceu
7. Nós Maior Que Eles
8. Sonhador (Parte I)
9. Tiro Cego
10. Legado
Era pra terminar aqui, mas preciso colocar as músicas bônus(rsrs):
11. Nunca Apague a Luz
12. Disfarce
13. Furacão
14. Terra

São tantas músicas boas, com letras lindas e inteligentes, que por mim colocaria todas ai na playlist!
Se vocês gostaram - espero que sim -, deixo aqui no post o link para vocês baixarem as músicas da banda e escutarem o restante das músicas! Confiram:
Google Play
Itunes
Deezer


E Se quiserem curti Scalene nas redes sociais, ai vai o link também para vocês curtirem e compartilharem:
Facebook: clique aqui.
Twitter: clique aqui.
Instagram: clique aqui.
Instagram dos meninos: @gustavobertoni @tomasbertoni @lukao_scalene @philipe_mkk
Site oficial: clique aqui

Enfim, espero que tenham gostado do post, da banda e das músicas, pois eu amei compartilhar com vocês! E, não se esqueçam: a grande final do SuperStar é domingo agora (12/07), depois do Fantástico! Acompanhem a final e claro - não querendo induzir, mas já induzindo haha - votem nos meninos da Scalene, pro futuro do rock brasileiro! (Se eles não ganharem, será pura marmelada da Globo u.u)
Um Super beijo,

Ana Gomes. 


Resenha: Los Angeles - Marian Keyes


 Los Angeles

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Título Original: Angels
Páginas: 490
Ano: 2002
Sinopse: Los Angeles - Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh... até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas - a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor - Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão!

Los Angeles é o 3º livro da família Walsh, que conta a história da irmã mais “certinha”, Maggie Walsh. Eu particularmente deixei a história dela por último, justamente pelo fato de ela ser a personagem mais sem graça das irmãs Walsh, mas Marian Keyes me enganou direitinho!! E pelo contrário, julgo que esse livro é o meu preferido das irmãs. (Paguei a minha língua!! Haha) Não é novidade o meu imenso amor pelas histórias da Marian, mas eu hesitei bastante para começar ler esse livro. O que foi uma tremenda idiotice, já que o livro é fantástico!

Maggie Walsh é conhecida por ser a mais certinha da família: por sempre tirar as boas notas, por não beber até cair em coma alcóolico, por ter casado com o “primeiro namorado”, por ter um ótimo emprego, etc, etc... Mas acaba surpreendendo todos da família aparecendo na casa dos pais informando que iria se separar de Garv – seu marido. Além de descobrir que seu marido estava tendo um caso com alguma rapariga (palavra usada por ela mesma, haha), ela acaba perdendo o emprego por falta de concentração, já que sua vida virou de ponta cabeça. Não aguentando o choque de mamãe Walsh por ter mais uma filha separada, a indignação das suas irmãs e pai, pois eles achavam que eles eram o tipo de casal perfeito, Maggie acaba aceitando a proposta da sua amiga Emily de passar um tempo com ela em Los Angeles. Nesse tempo, ela poderia esfriar a cabeça e decidir o que seria da sua vida, do seu casamento e descobrir até mesmo sobre si mesma.   

"Senti como se eu estivesse caindo, e pareceu que eu ia continuar caindo para sempre. Então, de repente, eu freei. A música havia parado, o fim chegara e eu já não conseguia mais ir em frente."

Ao chegar em Los Angeles e se hospedar na casa de Emily – que é uma roteirista muito esforçada que vivi atrás de alguma produtora que queira comprar seu roteiro e transforma-lo em um sucesso de bilheteria, coisa que não está sendo fácil –, Maggie se deparar com sol, praia e surfistas lindos e tem a absoluta certeza que irá se recuperar rapidinho. A partir daí, Maggie começa fazer coisas que jamais imaginou que um dia iria fazer, junto com Emily, ela acaba frequentando lugares luxuosos, conhecendo pessoas famosas, gastando seu dinheiro compulsivamente em roupas, cortes de cabelos hilários, sapatos e entre tantas coisas que Hollywood pode oferecer.

“Eu era uma mulher do mundo, muito vivida, tentei convencer a mim mesma.” 
Maggie é uma personagem totalmente sensível e sensata que cansou de ser enxergada como a pessoa certinha e feliz que todos idealizavam. Conforme eu ia lendo o livro, pude perceber o mar de angustias que a personagem passou no decorrer da vida – filhos, família e marido –, como alguns dos livros da Marian, a autora colocou uns flashs de momentos passados da vida de Maggie, onde podemos conhecer mais de seus relacionamentos passados, sobre seu casamento e o real motivo de seu casamento ter entrado em crise. De longe, não imaginava que Maggie iria me cativar desse jeito. A personagem mostra um pouco de depressão no decorrer da história – pelo fato de ter se separado de Garv –, mas em meio à tanta tristeza, raiva e indignação pelas coisas estarem do jeito que estão, Maggie mesmo pra baixo é divertida de uma forma espontânea e em vários momentos me senti tão envolvida com a personagem, que até me senti amiga dela. A mudança da personagem é tããão visível no decorrer da história, suas experiências vividas em Los Angeles só mostram isso, a mulher reservada e contida, acaba se revelando uma pessoa – que por falta de oportunidade e por ter se casado tão nova – que não liga para o que as pessoas irão pensar se ela beijar uma mulher loira e linda e, muito menos se saísse com um produtor sexy que não iria ligar pra ela no dia seguinte.

“Quem poderia imaginar? Emily tinha motivos para se preocupar comigo: eu estava totalmente descontrolada.” 
  Além da divertidíssima Maggie, temos a família Walsh, que invade o livro – e Los Angeles, atrás de férias cheia de sol e Disneylândia!! – de uma forma descontraída e muito engraçada, Anna, Helen, mamãe e papai Walsh só deixam o livro mais delicioso de ler. Cheio de personagens bem criados, como Lara, Troy, os Cavanhaques Boys (vizinhos de Emily), Mike e Charmaine (vizinhos do outro lado), que enchem a vida de Maggie de momentos constrangedores, hilários e só deixam o livro mais saboroso a cada virada de página.

- Oi, Anna – disse eu, falando bem depressa e com ar alegre, para escapar da pena e do constrangimento dela. Já aturara muito daquilo por um dia. – Obrigada por ligar, mas eu já soube de tudo a respeito de Garv e da namorada que ele arranjou.                                                                                     - O quê?!- Já sei de tudo sobre ele e a garota. Mamãe, papai, e Helen já ligaram para me contar. Por que você demorou tanto?- Garv arrumou uma NAMORADA? – Ela parecia chocada.- Você não sabia...?- Não.- Oh. – Eu devia ter imaginado, porque Anna nunca fora a mais ligada da família. – Mas por que está me ligando?Houve um silêncio e em seguida ela inspirou com força.- Bati com seu carro.  

Pra concluir, Maggie vivi uma jornada inesquecível em Los Angeles, cheias de descobertas, aventuras e experiências que nunca tivera oportunidade de vivenciar, mas não dá pra levar a vida apenas de sol, praia e envolvimentos com estrelas de Hollywood. O amor bate à porta e ela tem que se decidir se deixa ele entrar, ou se deixa ele retornar

"É como ele sempre diz: as estrelas estão sempre lá, mesmo durante o dia. Nós é que nem sempre conseguimos vê-las." 

Uma história absolutamente cativante do começo ao fim, engraçada, apaixonante e comovente. Não tem como não se apaixonar pelos personagens envolvidos, é simplesmente uma delícia de livro.  Mais um para lista de livros favoritos! Obrigada Marian Keyes, por me fazer se apaixonar cada vez mais por suas histórias.


Classificação: 







Livro em PDF: Nós - David Nicholls


Nós

Sinopse: Nós - Certa noite, Douglas Petersen, um bioquímico de 54 anos apaixonado pela profissão, por organização e limpeza, é acordado por Connie, sua esposa há 25 anos, e ela lhe diz que quer o divórcio. 
O momento não poderia ser pior. Com o objetivo de estimular os talentos artísticos do filho, Albie, que acabou de entrar para a faculdade de fotografia, Connie planejou uma viagem de um mês pela Europa, uma chance de conhecerem em família as grandes obras de arte do continente. Ela imagina se não seria o caso de desistirem da viagem. Douglas, porém, está secretamente convencido de que as férias vão reacender o romance no casamento e, quem sabe, também fortalecer os laços entre ele e o filho.
Com uma narrativa que intercala a odisseia da família pela Europa — das ruas de Amsterdã aos famosos museus de Paris, dos cafés de Veneza às praias da Barcelona — com flashbacks que revelam como Douglas e Connie se conheceram, se apaixonaram, superaram as dificuldades e, enfim, iniciaram a queda rumo ao fim do casamento, Nós é, acima de tudo, uma irresistível reflexão sobre a meia-idade, a criação dos filhos e sobre como sanar os danos que o tempo provoca nos relacionamentos. Sensível e divertido, com a sagacidade e a inteligência dos outros livros do autor, o romance analisa a intrincada relação entre razão e emoção.

Resenha: A Herdeira (Livro #4), Kiera Cass


A Herdeira

Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Título Original: The Heir
Páginas: 392
Ano: 2015
Sinopse: A Herdeira - No quarto volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”. Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.




A Herdeira é o quarto livro da série A Seleção da autora Kiera Cass. E todo mundo que acompanha o blog sabe do meu amor por essa série de livros. Pra quem não sabe, A Escolha seria o último livro da da série, mas a autora decidiu escrever mais uma sequência, que é claro,  um grande presente para nós fãs!

Vinte anos depois da última Seleção, Eadlyn deverá assumir o trono e vem sendo preparada desde que nasceu para assumir esse grande cargo. Sobre muita pressão, ela vivi sempre muito ocupada seguindo os passos de seu pai e aprendendo dia-a-dia como deverá agir futuramente pela nação de Illéia. Mas a população anda se rebelando ultimamente, pois sentem que o preconceito das castas ainda existe, então o rei e a rainha decidem que Eadlyn deverá participar da seleção. Ela não aceita logo de cara, mas vendo a angústia de seu pai, ela acaba aceitando, mas pretende fazer da vida dos selecionados um verdadeiro inferno.

Por acaso não sabiam quem eu era e para que haviam me treinado? Eu era Eadlyn Schreave. Nenhuma pessoa era tão poderosa quanto eu.
Se eles achavam que eu ia me render sem lutar, estavam tristemente enganados.

Tenho que admitir que no decorrer da leitura fiquei meio desanimada e achando que seria tudo muito repetitivo e igual aos livro anteriores - já que iria ocorrer outra seleção -, mas com a chegada dos 35 selecionados e a total diferença da personagem - em relação a America -, fizeram tudo ficar diferente.

- Eu tenho muitos problemas, mas nunca os trocaria pelos seus. Sinto muito.
- Não há por que senti muito. Nasci pra fazer isso.
- Mas não é justo, é? Sempre pensei que o fim das castas significava que ninguém mais nascia destinado a fazer qualquer coisa. Será que isso se aplica a todos, menos à senhorita?
- Parece que sim.

Eadlyn é uma personagem muito forte, arrogante, meio egoísta e digamos que, totalmente mimada. Ela trata todos como se fossem um objeto, não liga para o que pensam, sentem, ou querem, simplesmente tudo tem que ser do seu jeito. De inicio, foi absurdamente difícil criar simpatia por ela. Foi quando ela começou a se relacionar com os selecionados, que comecei a ver quem ela realmente era. A personagem vivi usando máscaras, nunca revelando os seus reais sentimentos e com o seu envolvimento com os rapazes, ela acaba se abrindo aos poucos e deixando o amor entrar. E acho que foi exatamente isso que Kiera quis fazer: ela nos trouxe uma personagem imatura, mimada, sem um pingo de perfeição, para que no decorrer da história nós nos apaixonássemos por Eadlyn.

A Seleção estava me tornando uma mula!
Por isso o amor era uma ideia terrível: ele enfraquecia as pessoas.

Sobre os selecionados, tenho algo a dizer: vocês irão se apaixonar por TODOS! Kiera sabe criar personagens cativantes e apaixonantes. A cada encontro que Eadlyn participava eu ficava irritada com um e apaixonada por outro. Já em outros encontros, eu ria na maior parte. Quando você pensa que escolheu um, vem o outro e você se apaixona por ele. Eu particularmente, tenho 3 preferidos: Henri, Erik (Eikko) e Kile. Eles não são os únicos que têm chances com a personagem, além deles têm Ean e Hale também, são os personagens que mais aparecem no decorrer da narração.
Outra coisa legal no livro também, é que matamos a saudade de alguns personagens como a May, Aspen, Lucy, Marlee e outros personagens dos livros anteriores. Podemos ter um gostinho do que aconteceu com cada um e até se surpreender com o que aconteceu nos últimos vinte anos. (Os rebeldes, as castas, o reinado de Maxon, o amor entre Lucy e Aspen, etc, etc.)

Sempre pensara que não poderia viver uma vida para os outros, que o amor não passava de uma algema. Talvez fosse mesmo, mas a verdade é que eu precisava dessa algema.

Mesmo A Herdeira não sendo meu livro favorito da série, foi fantástico retornar à Illéa e saber o que aconteceu com os personagens amados que a Kiera criou. E mesmo sendo continuação, foi totalmente novo e inesperado. Kiera Cass é tão boa no que faz, que mesmo eu tendo hesitado no começo da leitura, aos poucos, aquele encanto dos livros anteriores foram crescendo e aprendi a amar Eadlyn Schreave.


Classificação: 

E como sempre, Kiera arrasa no book trailer e A Herdeira não poderia ficar para trás... Confira o vídeo:


Beijinhos,
Ana Gomes xx





#MomentoSérie: O final da 5º temporada de Game of Thrones!



Hey, guys!
Hoje trago um post especial para os fãs de Game of Thrones. ( Tan-ran Tan-tan-tan-ran Tan-ran-ran... Tenho certeza que vocês leram cantando isso haha Vive na minha cabeça!)

Não é surpresa pra vocês que acompanham o blog que eu sou super fã da obra de George R. R Martin ( e eu sei, estou devendo a resenha da "A Dança dos Dragões", que terminei de ler há muito tempo atrás... juro que vou trazer o mais rápido possível!), e acompanhei pela HBO essa quinta temporada que teve início dia 12 de Abril.
Não fiz post de todos os episódios por falta de tempo - novidade! haha -, mas não poderia ficar sem comentar esse episódio 5x10 que gerou bastante indignação e polêmica dos fãs da série. Bora começar...

AVISO: QUE FIQUE BEM CLARO QUE ESSE POST CONTÉM SPOILERS, TANTO DA SÉRIE, QUANTO DO LIVRO!! 

Stannis Baratheon: O episódio se inicia com Stannis Baratheon, após ele queimar sua filha Shireen como sacrificio ao deus da luz (no episódio anterior), Stannis e seus homens vão marchar para Winterfell com o intuito de invadir o Norte e tomá-lo dos Bolton, só que Stannis é pego de surpresa com as notícias dadas por um de seus cavaleiros: a maioria de seus homens desertaram com seus cavalos, sua mulher se suicidou e mais, Melisandre acaba deixando o para trás, fugindo do acampamento.
Sem hesitar, Stannis continua com os seus planos e segue para o Norte, onde se inicia uma batalha entre seu povo e o de Stannis, resultando assim em sua morte, não realizada pelos Bolton, mas sim por Brienne, como vingança da morte de Renly Baratheon.
Minha opinião: Essa cena foi totalmente nova pra mim, já que essa batalha não chega acontecer no livro, mas gostei. Xinguei mesmo a Melisandre por abandonar o Stannis, a filha da mãe mata a filha dele e depois abandona ele quando vê que as coisas ficam ruins?!
Sobre a batalha, deixou a desejar. Nem vi as cabeças rolarem, só mostra os exércitos se encontrando e pronto... Stannis aparece andando lentamente com alguns ferimentos, com vários mortos ao seu redor. Pra não dizer que não mostrou ele lutamdo, colocaram dois carinhas pra ele matar pra finalizar a batalha. Logo depois, chega Brienne e acaba com ele pela honra de Renly...   Outra parte que eu não gostei. O cara foi um carrasco, sim, mas matar o último personagem da Casa Baratheon foi sacanagem pura.
P.S: Melisandre vai para Patrulha da Noite, onde está Sor Davos também.



Samwell Tarly: Logo em seguida, vem a cena entre Jon Snow e Sam. Os dois conversam e Sam pedi para ir para Vilavelha, junto com Goiva e o bebê, onde poderá aprender a ser Meistre, Jon aceita, mas triste por seu amigo partir.
Minha opinião: Eu pensei que essa cena não iria acontecer na série, já que no livro isso ocorre bem no início da narrativa. E seria Sam, Goiva, o bebê e Aegon Targaryen... E quem manda eles irem embora é Jon Snow, na verdade, Sam vai a contra gosto. Gostei da cena, principalmente do diálogo que acontece entre os dois, onde Sam e Jon falam sobre o relacionamento dele com Goiva, foi divertido.



Sansa Stark: Sansa aparece fugindo no meio da guerra e indo para uma torre, onde assiste a batalha acontecendo, logo quando acaba, ela volta para o castelo e dá de cara com a menina que o Ramsay pega (sorry, esqueci o nome dela) e Theon/Fedor/Podre. Acontece um diálogo entre o trio e momentos depois, Theon empura a menina, que cai de uma altura imensa. E Ambos - Theon e Sansa - fogem pulando do castelo.
Minha opinião: A Sansa, nessa temporada foi totalmente desnecessária. Se tirassem ela dos episódios, tenho certeza que ninguém notaria. Ela é outra que ficou absurdamente diferente do livro. Se tivessem seguido o livro teria ficado melhor. E cai entre nós, como eles fazem os dois personagens pularem de uma altura dessas, onde anteriormente o Theon empurrou a menina que acabou morrendo?! Absurdo, absurdo, absurdo.


















Arya Stark: Já Arya, foi de encontro com o homem da Guarda Real (sorry, também não lembro o nome haha), usando uma das faces do Deus de Muitas Faces, para poder matá-lo e assim, riscar o nome dele de sua lista. Após matá-lo, Arya volta para a casa Preta e Branca, onde seu mestre diz que ela matou a pessoa errada e que somente a morte pode pagar pela vida. Em seguida, há um diálogo entre eles e ela é punida perdendo a sua visão.
Minha Opinião: Eu ameeeeei a parte da Arya (sou suspeita, já que ela é minha personagem prefirida). Ela matando o homem foi de arrepiar, ela declarando que era Arya Stark e esfaqueando ele foi... fantástico!! Meus aplausos para Maisie Williams, arrasou!
 A parte da Arya, ficou mais parecida com o livro, não tudo, mas o resultado final foi o mesmo. Só algumas coisas que ficaram meias diferentes, como a parte que ela fica cega ser uma punição, o que no livro não é, é apenas uma parte do seu treinamento para poder se juntar ao Deus de Muitas Faces, e também o fato de ela usar uma das faces, coisa que não acontece de início, apenas quando ela conclui o treinamento. Mas, tirando isso, ficou muito bom.





Jaime e Myrcela Lannister: Myrcela se despede da viúva do Vibora Vermelha com um beijo e embarca, junto com Jaime, Bronn e o Martell de volta para os Sete Reinos. No barco, Jaime e Myrcela conversam sobre sua mãe e acaba tentando contar que é seu pai, coisa que ela diz que já sabia e aceita, dizendo que o ama, porém, no meio de um abraço, o nariz de Myrcela começa sangrar e ela  morre nos braços do pai - resultado do envenenamento da mulher do Vibora.
Minha Opinião: Foi uma cena nova pra mim, um bonus -totalmente bem vindo - entre Jaime e Myrcela. Foi a cena mais agridoce que vi. Meus olhos se encheram de lágrimas ao ver os dois conversando e todo o amor envolvido na cena. Criei um amor pelo Jaime depois que li os livros, que quando vi essa cena meu amor aumentou. Não queria que a Myrcela tivesse morrido, mas fazer o quê...




Tyrion Lannister: Logo após a "fuga" de Daenerys Targaryen, Tyrion, junto com Sor Joras, Daario, Missandei e Verme Cinzento decidem o que vão fazer com o povo de Meeren. Depois de um longo diálogo, Daario e Sor Joras vão atrás da Rainha, deixando Tyrion no comando de Meeren, juntamente com Missandei e Verme Cinzenta. E, quem acaba voltando ao encontro de Tyrion é Varys, o aranha.
Minha Opinião: Tyrion também está muito diferente do livro, mas gostei do seu desenvolvimento na série. Finalizar com ele em Meeren, junto com Varys, foi uma ótima sacada dos roteiristas.




Daenerys Targaryen: Dany finalmente monta Drogon, e aparece numa  montanha junto com o seu Dragão que está descansando e não quer ajudá-la a arranjar algo para comer, então ela vai atrás de comida. No meio do caminho, ela é cercada por dothrakis - pelo menos foi o que pareceu.
Minha Opinião: Final nada a desejar, ficou muito bom, bem parecido com o livro. Só me deixou curiosíssima com o que irá acontecer.



Cersei Lannister: Cersei acaba confessando UM de seus pecados ao Alto Pardal, onde concede a ela voltar para Rochedo Casterly, mas somente após a caminhada da Expiação. Depois de lavarem e cortarem seus cabelos, Cersei caminha até Rochedo Casterly nua, onde toda sociedade xinga e taca excrementos nela. Chegando lá, ela se depara com seu tio Kevan seu "meistre" e o seu novo cavaleiro da Guarda Real,
Minha Opinião: O que foi essa parte?! Ficou S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L! Lena arrasou na cena, cheguei até ficar com uma peninha da Cersei, só que não, haha. Amei do começo ao fim, pensei que não iriam cortar o cabelo da Cersei, mas a cena ficou absurdamente fiel ao livro, chego até dizer que ficou melhor. Fora a polêmica da dublê de corpo que a atriz utilizou! Sim, ela usou dublê nas cenas nudes, BUT  foi pelo simples fato da atriz Lena Headey estar grávida! Sim, a linda estava grávida durante as gravações da quinta temporada, e nas cenas finais, a  barriga da atriz já estava muito grande, por isso, o motivo da dublê. (Ah, a bebê já nasceu! É uma menina, linda como a mãe claro!)
 E o final com a chegada do Montanha?! Ahhh, eu amei, amei, amei!




Jon Snow: Jon está em sua sala, quando Olly entra e informa que um dos selvagens disse que viu Benjen Stark e o chama para ir lá fora falar com o selvagem, o Sr. Comandante vai sem hesitar e se depara com vários patrulheiros em um circulo, quando ele se aproxima entra dentro do circulo e vê uma placa escrito "TRAIDOR", é quando ele se vira e é ferido por VÁRIAS estacadas, dadas por seus patrulheiros, que dizem a seguinte frase "Pela Patrulha!".
Minha Opinião: Eu sabia que isso iria acontecer, A algumas partes da cena ficaram diferente, mas o enredo foi o mesmo. Eu assisti o episódio todo com a esperança de que George R.R Martin iria - por misericórdia - mudar esse maldito final. Sim, ele matou o Jon Snow e sim, ele não mudou o final. O meu sentimento - e o de todos os fãs - é de pura indignação. Qual a necessidade de SEIS ESTACADAS?! (Acho que foram seis, porque no decorrer da cena estava gritando de desespero que nem consegui contar direito!!) (E também não consegui assistir de novo, a ressaca está grande!!)
Acabar com o Jon Snow caido no chão rodeado de sangue é pra acabar com as estruturas de todos nós... Como iremos sobreviver 10 meses na espera da 6º temporada? Como uma personagem como a Sonsa, ops, Sansa permanece viva e o cara da série morre?! Pelo amor de Deus. Eu não posso com isso. E o OLLY?! Maldito seja o Olly!!!!!!!
Fica aqui a minha indignação com George e os malditos roteiristas.George R.R Martin, você é melhor do que isso! Espero mesmo que na sexta temporada a Melisandre - que tem que servi pra alguma coisa - ressuscite o Jon Snow, porque ele é o verdadeiro Azor Ahai! Me recuso a aceitar esse final, me recuso.




Tive que separar pra vocês o video das reações dos fãs ao assistir o final do episódio. Eu ri muito, mas a minha reação não ficou muito longe disso, tsctsc.
Vejam:






Valar Morghulis! ;*

Resenha: Orgulho e Preconceito


Orgulho e Preconceito

Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Título Original: Pride and Prejudice
Ano: 1813
Páginas: 304
Sinopse: Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.



O livro narra a história de Elizabeth Bennet e sua família. Tudo começa quando um nobre e rico cavalheiro chega a Netherfield, com a sua chegada, Sra. Bennet entra em desespero e exige que Sr. Bennet vá visita-lo, pois o seu maior desejo é fazer suas 5 filhas solteiras – Lydia, Kitty, Mary, Jane e Elizabeth – se casarem o mais rápido possível.
Para a felicidade da Sra. Bennet, suas filhas acabam conhecendo Sr. Bingley e seu amigo Sr. Darcy. Logo Jane e Bingley acabam se encantando um pelo o outro, já Elizabeth, diferente de sua irmã, não se interessa nem um pouco pelo Sr. Darcy, que se mostrou extremamente orgulhoso e antipático.
Com a chegada de Wickham – um antigo conhecido de Sr. Darcy –, Elizabeth acaba descobrindo coisas horríveis sobre o Sr. Darcy e com a sua opinião formada, o seu preconceito sobre ele aumenta mais ainda.
No decorrer da história, Elizabeth e Sr. Darcy acabam se encontrando algumas vezes e nesses encontros, o diálogo entre os dois é incrível, o preconceito surge em todas as conversas, a indiferença de Sr. Darcy, juntamente do sarcasmo de Lizzie, que nos prende a leitura e nos deixa cativados pelos personagens.

“[...] Gostaria de saber quem foi o primeiro a descobrir a eficácia da poesia em acabar com o amor!- Eu costumo considerar a poesia o alimento do amor – disse Sr. Darcy.

O livro é narrado em 3º pessoa, o que é ótimo, pois acabamos conhecendo mais os personagens, que são todos cativantes e bem construídos. Sr. e Sra. Bennet são muito divertidos, cheguei a dar gargalhadas com os seus comentários, principalmente com o sarcástico Sr. Bennet. Já Jane e Bingley, é impossível não dar suspiros com os dois, ambos com os corações bondosos e apaixonantes, diferente de Lydia e Kitty que são totalmente irritantes e inconvenientes, que mesmo contra gosto, acabam sendo um pouco divertidas, como o Sr. Collins também, que é tão hilário quanto o restante.
Mas foi o Sr. Darcy (meu personagem favorito, sem dúvida! *-*) com seu orgulho e complexidade, que me cativou a cada página virada, pois era visto erroneamente pela pessoas, como sério e arrogante, quando na realidade, era tímido e tinha dificuldade de se relacionar socialmente com pessoas com as quais não tem intimidade. E além de tudo, ser dono de um imenso coração, que aos poucos Elizabeth foi enxergando.

Como lamentava amargamente cada sentimento negativo que tivera para com ele, cada palavra atravessada que lhe dirigia. Estava humilhada, mas orgulhosa dele. Orgulhosa por ter ele, num caso de compaixão e de honra, conseguido dar o melhor de si mesmo.

E falando dela, Elizabeth é sensacional, dona de uma personalidade forte, ela é muito inteligente, divertida, indiferente e sarcástica por natureza. Seus comentários no decorrer da história são bem humorados, além de uma grande observadora, julga o caráter das pessoas pelos seus atos, mas ao conhecer Sr. Darcy seus atos preconceituosos, aos poucos, são mudados e a relação que é construída entre ambos é tão pura, envolvente e natural, que é impossível não torce pelo casal e ficar apaixonada por eles!

Se Elizabeth tivesse podido encontrar o olhar dele, teria visto como lhe caía bem a expressão de intima alegria que tomou conta de seu rosto; mas, embora não pudesse olhar, podia ouvir, e ele lhe falou de sentimentos que, ao provar como era ela importante para ele, tornavam seu amor cada vez mais precioso.

Não sou muito chegada nesse livros cheios de mi-mi-mi e clichês, gosto de histórias bem escritas e isso, foi o que Jane Austen fez, um romance de se tirar o chapéu, onde a história é cheia de reviravoltas, descobertas e o verdadeiro amor surge a cada virada de página – por isso até hoje é considerado como um clássico da literatura inglesa!
Sem mais delongas, pra quem gosta de livros clássicos e romance – romance de verdade – não pode ficar fora da sua lista de leituras!

Ah, não poderia deixar de recomendar também o filme, lançado em 2005 e estrelado por Keira Knightley e Matthew Macfadyen, uma adaptação incrível! Quem não viu, veja! Ficou muito parecido com o livro – o que hoje em dia, é difícil de se acontecer.


Classificação:

Suposta capa de Unforgiven, da Lauren Kate!

Heeey, fallenatics!
Notícia quentinha: Vazou hoje no site da Amazon uma capa de Unforgiven, pra quem não sabe, será o livro do Cam - sim, meus amores um livro exclusivo pra ELE! <33 ( Quem não sabia, clique aqui e veja o post que fala sobre o assunto!)

Confiram a capa:


Fonte: FallenWorldBR

Então, anjos?!
O que acharam? Se realmente for a capa está absurdamente L-I-N-D-A!!!

Beeeijos, até mais! ;*