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Resenha: "Sushi", Marian Keyes


Sushi

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Título Original: Sushi for Beginners
Gênero: Chick-lit / Romance Irlandês
Páginas: 574
Ano: 2000
Sinopse: "Sushi" é um livro sobre a busca da felicidade. E ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, cedo ou tarde elas acabam transbordando. Perspicaz, engraçado e humano, este romance de Marian Keyes consolida sua posição como a mais popular jovem autora da Grã- Bretanha. Lisa Edwards, a durona e sofisticada editora de revistas, acha que sua vida acabou, quando descobre que seu novo emprego "fabuloso" não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda, com a missão de lançar a revista Garota. Ashling Kennedy, a editora assistente da Garota, também tem seus problemas. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida. E não só porque o que lhe sobra são bolsas, falta em cintura e namorado - mas porque, no fundo, no fundo, falta algo mais, como aquele pontinho minúsculo que fica na tela quando a gente desliga a TV à noite. Conhecida como "Princesa", a vida sempre deu a Clodagh tudo que queria (e por que haveria de ser diferente, quando se é a garota mais bonita da turma?). Ao lado de seu príncipe e dois filhinhos encantadores, ela vive um conto de fadas doméstico em seu castelo. Mas então, por que será que nos últimos tempos anda sentindo vontade - e não pela primeira vez - de beijar um sapo? (Abrindo o jogo: de dormir com um sapo). Mais um sucesso de Marian Keyes, que vem divertindo milhares de leitores no mundo todo.


Lisa Edwards é uma mulher completamente sofisticada e ambiciosa, é editora na revista Femme em Lodres e está certa que irá conseguir o cargo de redatora-chefe e ser transferida para Nova York. Porém, ao invés de seu cargo dos sonhos em Nova York, ela recebe a infeliz notícia de que foi transferida para Dublin onde irá encarar o maior desafio da sua vida: começar uma revista  do zero, a Garota. Completamente frustrada e mal-humorada, Lisa embarca deixando o seu maior sonho para trás. Entretanto, ao chegar lá, ela se depara com Jack Devine, o diretor da revista Garota, e também um cara beeem atraente. Aparentemente, parece que as coisas vão ficar boas. 

Lisa percorria o caminho sombrio de sua vida como uma sonâmbula. Embora uma sonâmbula bem-vestida e prepotente.

Ashling Kennedy, é uma pisciana sonhadora, sensível, perfeccionista  e absurdamente ansiosa. Acabou de passar na entrevista e conseguiu o cargo de assistente da sofisticada Lisa Edwards na  revista Garota. Esse emprego novo chegou na hora certa, cansada de sua vida solitária, Ashling decidiu mudar e viver novas experiências e, até quem sabe, abrir seu coração para o humorista Marcus Valentine. As coisas estavam mudando, finalmente conseguiu seu emprego dos sonhos, tirando o fato que seu chefe Jack Devine a apelidou de Senhorita-Quebra-Galho - graças a sua mania de organização - as coisas não poderiam ficar mais perfeitas. 

Tudo o que Ashling sabia era que quase nunca se sentia completa. Mesmo nos seus momentos de maior realização, algo permanecia eternamente ausente, lá no mais íntimo do seu ser. Como aquele pontinho semelhante a um orifício que fica no negro da tela quando a televisão é desligada a noite.

Clodagh Kelly tem a vida que toda mulher sonha ter: casada com um príncipe lindo, dedicado e apaixonado, com uma casa situada no melhor bairro da cidade e tem dois filhos adoráveis. Mas, nada disso lhe satisfaz. Nos últimos tempos ela se vê entediada de ficar em casa sem fazer absolutamente nada e absurdamente cansada de cuidar da bagunça que seus dois filhos fazem o dia todo. Clodagh vem sentindo uma vontade incontrolável de viver uma história as escondidas com um sapo. 


No começo não se dera conta, limitando-se a supor que se tratasse de um episódio isolado. Seguido por outro episódio isolado. E mais outro. Mas em que momento um conjunto de episódios isolados deixa ser um conjunto de episódios isolados para se transformar numa série?

O romance gira em torno de três personagens: a editora Lisa, sua assistente Ashling e a dona de casa Clodagh, que é amiga de infância da Ashling. Três mulheres diferentes, mas com uma coisa em comum: a busca pela felicidade. 
Narrado em terceira pessoa, o livro é bem cômico e detalhado. Eu sou suspeita para falar da Marian Keyes, pois sou fã de carteirinha, mas não tem como negar, ela escreve super bem e sempre consegue nos levar para dentro de suas histórias.
Lisa é uma mulher independente e toda segura de si. No trabalho não deixa nada e nem ninguém impedi-lá de alcançar os seus objetivos. Consequentemente, é uma completa megera com os seus funcionários. Focou tanto em sua carreira, que abriu mão de seu casamento, mas aos poucos foi se dando conta do que perdeu. Lisa foi uma personagem que me ganhou aos poucos. Mesmo com seu gênero forte, o amadurecimento dela é visível no decorrer da narrativa. Com as mudanças em todas as áreas de sua vida, depois de muitos altos e baixos, ela passa por uma autorreflexão interior e acaba indo atrás do que realmente a faz feliz. Gostei muito de acompanhar o seu crescimento na estória.
   
Ela conseguiu rir por entre as lágrimas, mas sua garganta doía como se estivesse entalada com um pedregulho.
Já Ashling, sem duvida, foi a minha personagem preferida. Ela é engraçada, meio insegura, a rainha da ansiedade e bem organizada - chega até ser um tanto obcecada com organização - tanto que foi apelidada no trabalho como a "Senhorita-Quebra-Galho". Passou por muitos problemas na infância e no decorrer da sua vida, por isso que se fechou para qualquer tipo de sentimento. Porém,  ela está cansada da solidão, daria tudo para ter uma vida parecida com a da sua amiga, Clodagh, com um marido e crianças perfeitas. E ela está disposta a se apaixonar e encontrar o amor. E ela se apaixona, se envolve profundamente, mas também tem suas amargas decepções. O que gostei bastante foram os seus diálogos com o personagem Jack Devine, são super divertido, torci bastante pelo relacionamento dos dois.

Sobre uma pequena mesa, ele dispusera os pauzinhos, o molho se soja, o gengibre e os demais apetrechos e ingredientes, e então, com um capricho exasperante, pôs-se a preparar os rolinhos de arroz para Ashling.- Não é nada exótico demais - assegurou ele. - É sushi para...- ... iniciantes, já sei. - Ela se sentiu profundamente comovida, de uma maneira que teria sido impossível seis meses antes, quando sua alma estava com defeito.
Por outro lado, Clodagh foi a personagem que eu menos gostei. Ela é mesquinha, egoísta, invejosa e não faz absolutamente nada para mudar a sua vida. Não tem amor pelos filhos, não valoriza o marido e se faz de vítima e coitadinha o enredo todo. Sua amizade com Ashling é cheia de segredos e ela tem inveja da amiga por querer uma vida bem-sucedida igual a dela, o que gera uma trama bem interessante entre as duas. Ela magoa todos à sua volta e não pensa duas vezes quando o assunto é satisfazer a si mesma. Ao contrário das outras personagens, ela é a única que não consegue mudar e permanece na mesma vida estagnada de sempre. Mas, os seu atos geram consequências que acabam gerando resultados irreversíveis. Clodagh foi a narrativa mais chata e entediante da estória, tinha vezes que tinha vontade de pular as partes dela. Porém, ao desenrolar do enredo e a forma que as estórias das personagens se cruzaram, valeu cada página. Eu amei desfecho dela, tudo que vai volta, minha cara Clodagh.

- As revelações são como os ônibus, não são? - Perguntou, maravilhada. - Não passa nenhum durante horas e, de repente, passam três de uma vez.

Marian Keyes sempre me surpreende e nesse livro não foi diferente. Sushi conseguiu me fazer dar umas boas gargalhadas e me fez sentir cativada pelas personagens fortes e humanas apresentadas. Uma trama divertida e bem desenvolvida sobre mulheres que representam super bem o conceito da mulher contemporânea. Marian conseguiu detalhar minuciosamente vários estereótipos femininos com leveza e com seu toque único e tão característico de humor.
Para quem gosta de personagens divertidos e sombrios ao mesmo tempo e com uma leitura leve, mesmo abordando temas como depressão, com certeza vai amar Sushi - que se tornou um dos meus chick-lit favoritos.




Resenha: "Casório?!", Mariah Keyes


Casório?!

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Título Original: Lucy Sullivan is Getting Married
Gênero: Chick-lit
Páginas: 644
Ano: 2012
Sinopse: Lucy Sullivan vai se casar. Essa moça de 26 anos, que divide o apartamento com as amigas, não tem dúvidas de que, dentro de poucos meses, estará entrando na igreja durante uma linda cerimônia. Só falta um pequeno detalhe: o noivo! Mas Lucy, que nem ao menos tem um namorado e nunca foi muito bem-sucedida no amor, confia piamente nas previsões de sua cartomante e iniciará uma busca incessante (e hilariante) por um bom partido: ele só precisa ser bonito, inteligente e não lembrar em nada o seu pai. A escritora Marian Keyes - após os imensos sucessos Melancia, Férias! e Sushi - está de volta com Casório?! , um romance contagiante e engraçadíssimo.



Lucy Sullivan é uma mulher de 26 anos, muito bonita, porém com a autoestima completamente baixa. Lucy é o tipo de mulher que só se envolve com  caras bad boys que não estão tão afim dela e vive relacionamentos onde só ela se apaixona perdidamente. Consequentemente, ela tem tendências depressivas. E também é o tipo de mulher que ama assistir um filminho e tomar um bom vinho com suas amigas de apartamento, Charlotte e Karen. (Quem nunca?!)
Um dia, logo quando Lucy chega no trabalho, suas colegas Meredia, Megan e Heith decidem ir a uma cartomante que Meredia indicou, pois ficou sabendo que a tal taróloga era a melhor da cidade. A contragosto, Lucy aceita e acaba indo.

Entretanto, chegando no local onde a taróloga - conhecida como sra. Nolan - não tinha nada de taróloga, nada de turbantes ou bola de cristal, somente cartas. Sra. Nolan prevê que Lucy irá se casar em breve, o que Lucy acha engraçado e não cria expectativas, qual é?! Ela nem namorado tem, pensa um marido? Lucy sai da casa da taróloga completamente desacreditada e chateada por ter gastado dinheiro a toa.
O mais hilário de tudo é que as previsões feitas as suas colegas de trabalho começam a se cumprir em pouco tempo e Lucy fica chocada e ao mesmo tempo começa a criar expectativas de que o homem de sua vida está chegando. Assim, Meredia e Megan totalmente confiantes que o casamento de Lucy vai acontecer, começam a espalhar a notícia. Porém, não sabiam que essa mentirinha tomaria uma proporção imensa! Lucy começa a receber mensagens de todo mundo, parabenizando sobre o casamento e fica absurdamente irritada. Sem muita opção do que fazer, acaba fugindo para sua casa, afim de se esconder para evitar passar mais vergonha. Porém, é aniversário do seu melhor amigo, Daniel e ele não deixa ela de jeito nenhum cancelar o jantar de aniversário que eles fazem todo ano.

Desci mais um dos degraus da infelicidade. Por que será que eu não conseguia despencar logo pela escada abaixo de uma vez, para acabar com a agonia? Eu compreendia muito bem a sabedoria de arrancar o curativo de uma ferida com um puxão rápido e elaborado, que enchia os olhos de lágrimas, mas doía tudo de uma vez só. Quando se tratava de assuntos sentimentais, porém, gostava de remover camada por camada, em dolorosa lentidão.
Falando de Daniel... Ele é o melhor amigo da Lucy, se conhecem desde pequenos e vivem grudados! Não, ele não é gay... Pelo contrario, ele é o maior garanhão, lindo, charmoso, sempre disposto a te ouvir e aconselhar e acima de tudo, tem uma lábia que encanta qualquer uma! Além é claro de arranca suspiros por onde passa, inclusive de Karen e Charlotte, as amigas de apartamento de Lucy. Todas louquinhas para agarrar o Daniel. Apesar desse perfil maravilhoso **suspiros** e de Daniel fazer sucesso por onde passa, Lucy o vê apenas como amigo. 

Subitamente me senti atingida novamente pela velha impressão de que a vida era uma festa para a qual eu não havia sido convidada.

Tudo muda na noite em que Lucy e Daniel acabam indo a uma festa (depois do jantar) e conhece o misterioso sexy e completamente rustico Gus. Após uma cerveja e uma conversa estranha e ao mesmo tempo encantadora, Lucy acaba se encantando por Gus. Nasce então uma paixão profunda entre eles, porém o relacionamento entre eles é um tanto, digamos, peculiar. 
Lucy se vê animada e apaixonada... Certa que, enfim, achou o homem de sua vida. Mas, Lucy não faz ideia do que realmente vem por aí... 

Era a minha culpa que eu quisesse um namorado tipo ‘metamorfose ambulante’, um homem que fosse várias coisas conflitantes ao mesmo tempo?

O livro é narrado em terceira pessoa e a escrita da Marian Keyes é daquelas que te envolve do começo ao fim! Super fácil de acompanhar, com uma história super engraçada, você acaba viajando e se envolve com os personagens e com cada momento no decorrer de cada acontecimento da história. Tenho que ser sincera, eu já li esse livro umas 6 vezes ( haha) e é sem dúvida o meu livro favorito da Marian e a propósito, foi o primeiro livro que li da autora, acho que vem daí tanto amor.
Lucy é uma querida pra mim, já mora no meu coração! <3 Ela é tão real...  E vemos isso no decorrer da história, seus altos e baixos, erros e acertos, perdas e vitórias. Lucy é tão forte e vive algumas situações difíceis no decorrer da história, que é bem visível depois o amadurecimento emocional dela. 


Vocês sabem que cada livro a Marian aborda temas sérios em seus livros (um dos motivos de amar essa mulher!) e o assunto que ela aborda em "Casório?!" é alcoolismo. Marian retrata com uma veracidade absurda, que me fez viver cada momento e me emocionar com cada detalhe. 

O que mais gosto nesse livro da Marian, são os personagens. Cada um tem um pouco de espaço, cada um passa a sua emoção, sua história e seus dramas. Mesmo sendo narrado por Lucy, conseguimos ver a essência de cada personagem e a história de todos eles se envolvendo e se tornando uma. Tenho certeza que vocês irão amar a inocência da Charlotte, se irritar com a arrogância da Karen, se encantar com o Daniel, rir com o Gus, apoiar a Megan e ficar curiosa para descobrir o real nome de Meredia (e isso é nome minha, gente?!) e se entregar e se envolver completamente com os dramas da Lucy! Enfim, eu queria colocar eles (nem todos, claro) dentro do meu bolso e roubar eles pra mim! (Principalmente o Daniel! Oh, Daniel... <3)

- Você está mesmo, de verdade, apaixonado por mim?
- Sim, Lucy.
- Não, estou falando apaixonado a sério?
- Sim, a sério.

Tenho que admitir, o final é bem clichê, porém é aquele final que mesmo sendo completamente previsível, não tira nem um pingo de vontade de terminar a leitura, pelo contrário, nos deixa na torcida, cheia expectativa e louca para saber se o que realmente imaginamos que vai acontecer, acontece! E claro, a narrativa envolvente, cheia de bom humor e um romance engraçado e encantador nos prende do começo ao fim, impossível não se apaixonar!
Para quem gosta de se divertir enquanto ler e se encantar com um bom romance, Marian Keyes nos traz um livro delicioso e apaixonante!




Resenha: "A Mulher que Roubou a Minha Vida", Marian Keyes


A mulher que roubou a minha vida

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Título Original: The Woman Who Stole my Life
Gênero: Chick-lit / Romance
Páginas: 476
Ano: 2015
Sinopse: Um dia, andando de carro em meio ao tráfego pesado de Dublin, Stella Sweeney, mãe e esposa dedicada, resolve fazer uma boa ação. O acidente de carro que resulta disso muda sua vida. Porque ela conhece um homem que lhe pede o número do seu celular para o seguro, plantando a semente de algo que levará Stella muitos quilômetros para longe de sua antiga rotina, transformando-a em uma superestrela e também, nesse processo, virando a sua vida e a de sua família de cabeça para baixo. Em seu novo e divertido romance, Marian Keyes narra a história de uma mudança de vida. É tudo muito bom quando se passa de um cotidiano banal para dias cheios de eventos glamorosos — mas, quando essa vida de sonhos é ameaçada, pode-se (ou deve-se) voltar a ser a pessoa que se costumava ser?

Stella Sweeney,  após sofrer do nada uma paralisia e ficar sem mexer o corpo todo por meses presa  a  uma cama, se comunicando com médicos, enfermeiros e família a base de piscadelas, acaba publicando um livro e se tornando um sucesso pelo mundo todo. Consequentemente, sua vida simples de esteticista, se torna luxuosa  e badalada. Porém, esses fatos são relatados no decorrer da história, já que o livro começa pelos dias atuais de Stella, que não está nada boa. Separada, sem inspiração para escrever um segundo livro que tem que ficar pronto em alguns dias;  uma editora que não para de atormentá-la dizendo que quer um grande sucesso em suas mãos; abalada psicologicamente, não para de comer biscoitos recheados, se sente absurdamente acima do peso; vive em pé de guerra com o filho mais novo, Jeffrey, a filha, Betsy, está amigada com um cara mais velho e além disso tudo, Stella não consegue esquecer um amor que a abalou profundamente.

Às vezes você consegue o que deseja e às vezes você consegue o que precisa e, às vezes, você consegue o que você consegue.

Seu maior problema no momento é Ryan, seu ex marido, um artista, que com anos e anos de trabalho conseguiu uma vida boa através de seu dom de fazer banheiros exatamente do jeito que seus clientes desejam. Porém, agora Ryan afirma que o carma irá ajudá-lo a ficar famoso. Com isso ele cria um blog, anunciando seu projeto carma, doando e leiloando tudo que tem, achando que a sua boa ação irá lhe trazer de volta coisas boas, mas como ele sempre culpou Stella por roubar a sua vida, sua fama, ficando doente escrevendo um livro e ficando famosa, já que ele que era o artista, Ryan fala que ela deve a fama a ele, por isso, acaba indo atrás de Stella, pedindo que com sua influência - que não anda nada boa - com a mídia, ele consiga publicidade com seu projeto maluco - colocando Stella no meio dessa loucura.

Ryan saiu e eu me senti deprimida - A boa e simples depressão à moda antiga. Nada a ver com o medo de ir para o inferno. Apenas deprimida.
Ryan não era capaz de enfrentar aquilo, e eu não o culpava. Tudo estaria bem no final, disse a mim mesma. Mas era difícil ir em frente enquanto isso tudo acontecia.

O livro é dividido em três partes: a situação atual de Stella, seu passado durante a doença e depois as coisas que viveu no auge da fama e trechos do seu livro "Uma piscada de cada vez". Além de outros pontos de vista - que se eu falar vai ter spoilers. Conforme ela narra sua vida com a doença, vemos seus dramas diários no hospital, seu problema de se comunicar com as pessoas, até ela ser apresentada ao seu neurologista, doutor Taylor Mannix, que descobre um jeito de se comunicar com ela, através de piscadas. O distanciamento do marido, a dificuldade de se relacionar com ele e com seus filhos, só piora seu estado mental, vivendo em guerra com seu psicológico, a agonia de viver deitada, sempre precisando da ajuda de outra pessoa para fazer as coisas, os minutos aterrorizantes até alguma enfermeira notar que ela precisava ser trocada de posição, pois mesmo sem sentir, seu corpo doía. Aos poucos, com a ajuda do doutor Mannix, a esperança de vencer a doença vem e dia após dia o doutor a ajuda e com isso eles criam um laço de amizade, que a faz ter fé que um dia - não muito distante - ela conseguirá sair dessa.

- Rá! - Ele deu uma gargalhada. - Mexa o joelho um pouco mais. Por favor, tente!
Mais um vez o músculo vibrou. Foi uma sensação muito esquisita [...]  - Agora eu acredito em você - sentenciou Mannix. - É real! Está acontecendo! Você está ficando melhor.
- Você me disse que eu iria ficar.
- Mas eu não imaginava . Não tão depressa. Se bem que... - seu tom era uma mistura de admiração e irritação - ... se tratando de você, eu deveria ter acreditado.


 O amor acontece em meio a birras e sarcasmos e aos poucos, conforme eles vão se envolvendo, se conhecendo e se ajudando, o amor vai crescendo e mostrando que tem tudo para dar certo. Entretanto, tudo muda quando seu livro é publicado. Seu estilo de vida simples na Irlanda muda para a vida badalada de Nova York, as mordomias, a casa bem estruturada, o dinheiro, a fama, as amizades, os interesses, as traições, tudo muda... mas, da mesma forma que as coisas boas acontecem, as ruins também. Stella percebe que o mundo da fama é uma caixinha de surpresas e quando ela chegou lá no topo, a queda foi imensa.

Quando você se alista, tem de virar soldado”. Ela estava querendo dizer que quando você se “alista” para a grande aventura que é viver, tem que aceitar tudo, as coisas boas e as más; não existe cláusula alguma do tipo “pular fora” nos momentos de dor. Todo mundo sofre.

O livro é narrado em primeira pessoa e a escrita de Marian é bem inteligente, criativa e envolvente como todos os seus livros. Achei esse livro bem diferente dos livros anteriores da autora, seu forte, que é o humor, não apareceu muito nessa obra, o que foi uma surpresa, porém positiva. O assunto abordado foi bem desenvolvido. A doença, os problemas diários da personagem que não consegue fazer nada sem a ajuda de alguém, o companheirismo, o amor e a falta de amor da família em momentos difíceis, o carma e um novo amor, que surge através da dificuldade.  Marian criou personagens reais, com problemas reais, um romance fofo, que te cativa aos poucos e te faz ficar apaixonada no final. E a sacada maravilhosa de ter o momento atual e flash back da personagem e também trechos do livro de Stella, só nos deixa mais curiosos e ansiosos para saber como tudo se encaixa e como tudo irá acabar na vida de Stella. Além de muitos mistérios de personagens coadjuvantes que se ligam com a história de Stella, se encaixando e revelando fatos surpreendentes.

- Sinto muito - digo, sem conseguir me controlar. - Eu não estava raciocinando direito. Mas estou agora. Eu amo você.
Ele me puxou para dentro da casa.
- E eu também amo você.

Mesmo sendo fã da Marian, esse não foi meu livro favorito dela, não que eu não tenha gostado, eu amei. O livro foi bem escrito, bem detalhado com uma mensagem linda. Porém, senti falta do toque tão característico da autora, que é o seu talento fantástico de nos fazer rir. Mas, como ela é maravilhosa em tudo que faz, a essência da Marian está em cada virada de página, seu dom de nos envolver em diálogo bem construidos permanece firme e forte e ela nos mostra um lado diferente de seus livros anteriores. Para quem é fã, é essencial ler e quem nunca leu Marian, com certeza vai gostar.



Autores internacionais confirmados para Bienal do Livro 2016!

Heeey, leitores! Tudo bem?
Esse ano é ano de bienal, uhuuuul! E não poderia deixar de comentar sobre esse evento que todos nós leitores amamos *-*
Na bienal passada, tivemos vários autores internacionais que lotaram a bienal, ao todo foram 720 mil pessoas que visitaram em 2014. Autores como Kiera Cass e Cassandra Clare lotaram filas e filas por um autografo e, claro, por uma foto! Esse ano não será diferente... Até o momento, temos alguns autores confirmados, nada grandioso, mas autores que fizeram nome aqui no Brasil ultimamente. Confira se seu autor favorito está na lista de autores confirmados oficialmente pelo site da Bienal: 


Ava Dellaira


 
Publicado no Brasil em 2014, o juvenil "Cartas de amor aos mortos" (Seguinte) já está sendo adaptado para o cinema. Um indicativo considerável, portanto, do sucesso desta autora nascida em Los Angeles. E é a própria Ava quem assina o roteiro do longa. Aliás, ela atualmente trabalha na indústria cinematográfica enquanto escreve seu segundo romance, "17 years", que deve sair em 2018. Ava Dellaira mora em Santa Monica, na Califórnia.


Jennifer Niven

 
Foi apenas aos 46 anos de idade, em 2015, que a americana Jennifer Niven lançou seu primeiro livro voltado aos leitores jovens, "Por lugares incríveis" (Seguinte). Comercialmente falando, foi uma bela estreia: a obra virou best-seller do jornal "The New York Times" e teve os direitos vendidos para 37 países. No ano que vem, estreia a adaptação para o cinema, que tem Elle Fanning ("Super 8") no papel da protagonista. Ainda em 2016, sai lá fora o novo livro de Jennifer, "Holding up the universe". Ela também é autora de quatro romances para adultos ("American blonde", "Becoming Clementine", "Velva Jean learns to fly", "Velva Jean learns to drive"), dois livros de não ficção ("The ice master" e "Ada Blackjack") e um livro de memórias sobre suas experiências no ensino médio ("The Aqua-Net Diaries").

Lucinda Riley

 
Traduzida para 22 línguas em 36 países, a irlandesa é famosa por seus romances históricos. Esta vai ser a segunda Bienal Internacional do Livro de Lucinda Riley, que vem para lançar dois livros: "A garota italiana" (Arqueiro) e o terceiro volume da série "As sete irmãs" (Arqueiro).

Amy Ewing 

 
Mais uma autora do segmento Young Adults e mais uma frequentadora da lista de best-sellers do jornal "The New York Times". A americana Amy Ewing é famosa pela trilogia "A cidade solitária” (Leya). O segundo capítulo, cujo título original é "The white rose", sai no Brasil em 2016. Já o (previsto) desfecho da saga, "The black key", chega às livrarias dos Estados Unidos no final do ano.

Tarryn Fisher

 
Outra best-seller do "The New York Times"... Além de ter um blog de moda com uma amiga, a americana Tarryn Fisher escreveu a trilogia "Love me with lies". O volume incial, "A oportunista" (Faro), chega agora ao Brasil. É sua estreia em português. Depois, virão "A perversa" e "O impostor". No ano passado, leitores do portal Goodreads colocaram "Marrow", escrito por Tarryn, em quinto lugar na votação dos melhores do ano na categoria Mistério & Suspense.

Kevin Hearne

 
Nascido em 1970 no Arizona, Estados Unidos, Kevin Hearne é antes de escritor um fã devoto de "Star Wars". Não por acaso, portanto, escreveu "Herdeiro do Jedi" (Aleph). Também é dele a série de fantasia urbana "The Iron Druid Chronicles".

Yeonmi Park

 Yeonmi fugiu da Coreia do Norte aos 13 anos, conheceu o submundo chinês, chegou a Nova York e se tornou ativista de direitos humanos. Agora, aos 22, ela lançará no Brasil "Para poder viver" pela Companhia das Letras.

Marian Keyes

 
A irlandesa Marian Keyes, autora de "Melancia", "Férias!", "Sushi", "Casório?!" e "É agora… ou nunca", todos publicados pela Bertrand Brasil, também virá à feira. Com mais de 22 milhões de exemplares vendidos no mundo, seus livros já foram traduzidos para 2 idiomas. Marian é formada em Direito pela Universidade de Dublin, porém nunca exerceu a profissão.

Becky Albertalli

 
A psicóloga Becky Albertalli é especializada em adolescentes e orientadora de um grupo de apoio nos EUA para crianças com não conformidade de gênero. Ela lançou recentemente "Simon vs. a Agenda Homo Sapiens" pela Intrínseca. Essa é a história de um garoto de 16 anos que passa pelo dilema de assumir ou não sua homossexualidade.
E aí, o que acharam? Ansiosos? Eu estou absurdamente ansiosa pra saber o dia que a Marian Keyes irá comparecer na bienal! Quem acompanha o blog sabe do meu amor pelos os livros dessa irlandesa maravilhosa ❤️ 
A Bienal começa dia 26 de agosto e vai até o dia 4 de setembro. Os ingressos já estão a venda no site oficial.
Chega logo agosto, estamos ansiosos por esse evento *----*

Beijos, 
Ana Gomes xx

Resenha: Los Angeles - Marian Keyes


 Los Angeles

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Título Original: Angels
Páginas: 490
Ano: 2002
Sinopse: Los Angeles - Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh... até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas - a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor - Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão!

Los Angeles é o 3º livro da família Walsh, que conta a história da irmã mais “certinha”, Maggie Walsh. Eu particularmente deixei a história dela por último, justamente pelo fato de ela ser a personagem mais sem graça das irmãs Walsh, mas Marian Keyes me enganou direitinho!! E pelo contrário, julgo que esse livro é o meu preferido das irmãs. (Paguei a minha língua!! Haha) Não é novidade o meu imenso amor pelas histórias da Marian, mas eu hesitei bastante para começar ler esse livro. O que foi uma tremenda idiotice, já que o livro é fantástico!

Maggie Walsh é conhecida por ser a mais certinha da família: por sempre tirar as boas notas, por não beber até cair em coma alcóolico, por ter casado com o “primeiro namorado”, por ter um ótimo emprego, etc, etc... Mas acaba surpreendendo todos da família aparecendo na casa dos pais informando que iria se separar de Garv – seu marido. Além de descobrir que seu marido estava tendo um caso com alguma rapariga (palavra usada por ela mesma, haha), ela acaba perdendo o emprego por falta de concentração, já que sua vida virou de ponta cabeça. Não aguentando o choque de mamãe Walsh por ter mais uma filha separada, a indignação das suas irmãs e pai, pois eles achavam que eles eram o tipo de casal perfeito, Maggie acaba aceitando a proposta da sua amiga Emily de passar um tempo com ela em Los Angeles. Nesse tempo, ela poderia esfriar a cabeça e decidir o que seria da sua vida, do seu casamento e descobrir até mesmo sobre si mesma.   

"Senti como se eu estivesse caindo, e pareceu que eu ia continuar caindo para sempre. Então, de repente, eu freei. A música havia parado, o fim chegara e eu já não conseguia mais ir em frente."

Ao chegar em Los Angeles e se hospedar na casa de Emily – que é uma roteirista muito esforçada que vivi atrás de alguma produtora que queira comprar seu roteiro e transforma-lo em um sucesso de bilheteria, coisa que não está sendo fácil –, Maggie se deparar com sol, praia e surfistas lindos e tem a absoluta certeza que irá se recuperar rapidinho. A partir daí, Maggie começa fazer coisas que jamais imaginou que um dia iria fazer, junto com Emily, ela acaba frequentando lugares luxuosos, conhecendo pessoas famosas, gastando seu dinheiro compulsivamente em roupas, cortes de cabelos hilários, sapatos e entre tantas coisas que Hollywood pode oferecer.

“Eu era uma mulher do mundo, muito vivida, tentei convencer a mim mesma.” 
Maggie é uma personagem totalmente sensível e sensata que cansou de ser enxergada como a pessoa certinha e feliz que todos idealizavam. Conforme eu ia lendo o livro, pude perceber o mar de angustias que a personagem passou no decorrer da vida – filhos, família e marido –, como alguns dos livros da Marian, a autora colocou uns flashs de momentos passados da vida de Maggie, onde podemos conhecer mais de seus relacionamentos passados, sobre seu casamento e o real motivo de seu casamento ter entrado em crise. De longe, não imaginava que Maggie iria me cativar desse jeito. A personagem mostra um pouco de depressão no decorrer da história – pelo fato de ter se separado de Garv –, mas em meio à tanta tristeza, raiva e indignação pelas coisas estarem do jeito que estão, Maggie mesmo pra baixo é divertida de uma forma espontânea e em vários momentos me senti tão envolvida com a personagem, que até me senti amiga dela. A mudança da personagem é tããão visível no decorrer da história, suas experiências vividas em Los Angeles só mostram isso, a mulher reservada e contida, acaba se revelando uma pessoa – que por falta de oportunidade e por ter se casado tão nova – que não liga para o que as pessoas irão pensar se ela beijar uma mulher loira e linda e, muito menos se saísse com um produtor sexy que não iria ligar pra ela no dia seguinte.

“Quem poderia imaginar? Emily tinha motivos para se preocupar comigo: eu estava totalmente descontrolada.” 
  Além da divertidíssima Maggie, temos a família Walsh, que invade o livro – e Los Angeles, atrás de férias cheia de sol e Disneylândia!! – de uma forma descontraída e muito engraçada, Anna, Helen, mamãe e papai Walsh só deixam o livro mais delicioso de ler. Cheio de personagens bem criados, como Lara, Troy, os Cavanhaques Boys (vizinhos de Emily), Mike e Charmaine (vizinhos do outro lado), que enchem a vida de Maggie de momentos constrangedores, hilários e só deixam o livro mais saboroso a cada virada de página.

- Oi, Anna – disse eu, falando bem depressa e com ar alegre, para escapar da pena e do constrangimento dela. Já aturara muito daquilo por um dia. – Obrigada por ligar, mas eu já soube de tudo a respeito de Garv e da namorada que ele arranjou.                                                                                     - O quê?!- Já sei de tudo sobre ele e a garota. Mamãe, papai, e Helen já ligaram para me contar. Por que você demorou tanto?- Garv arrumou uma NAMORADA? – Ela parecia chocada.- Você não sabia...?- Não.- Oh. – Eu devia ter imaginado, porque Anna nunca fora a mais ligada da família. – Mas por que está me ligando?Houve um silêncio e em seguida ela inspirou com força.- Bati com seu carro.  

Pra concluir, Maggie vivi uma jornada inesquecível em Los Angeles, cheias de descobertas, aventuras e experiências que nunca tivera oportunidade de vivenciar, mas não dá pra levar a vida apenas de sol, praia e envolvimentos com estrelas de Hollywood. O amor bate à porta e ela tem que se decidir se deixa ele entrar, ou se deixa ele retornar

"É como ele sempre diz: as estrelas estão sempre lá, mesmo durante o dia. Nós é que nem sempre conseguimos vê-las." 

Uma história absolutamente cativante do começo ao fim, engraçada, apaixonante e comovente. Não tem como não se apaixonar pelos personagens envolvidos, é simplesmente uma delícia de livro.  Mais um para lista de livros favoritos! Obrigada Marian Keyes, por me fazer se apaixonar cada vez mais por suas histórias.


Classificação: 







Resenha: “Mamãe Walsh – Pequeno Dicionário da Família Walsh”, Marian Keyes.


Mamãe Walsh

Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Gênero: Ficção irlandesa
Título Original: Mammy Walsh’s A-Z of the Walsh Family
Páginas: 160
Ano: 2014
Sinopse: Cheio de humor, cheio de lágrimas, cheio de emoção e de vida. Depois de histórias que envolviam suas cinco filhas Claire, Margaret, Rachel, Anna e Helen , faltava um livro que trouxesse as palavras da matriarca de uma das famílias mais divertidas da literatura. Em Mamãe Walsh - Pequeno Dicionário da Família Walsh, Marian Keyes apresenta mais um exemplo que explica porque ela se tornou a maior escritora de chick-lit do planeta. A obra traz uma compilação de expressões que fazem o leitor compreender ainda melhor essa inusitada família. Em cada uma delas, a chefe do clã narra acontecimentos que ilustram o tema, como H de Homens de verdade, em que ela conta as aventuras com grandes exemplares do sexo masculino; ou C de Cozinha, com histórias sobre o dom culinário dos Walsh. Mamãe Walsh produzirá no leitor lembranças de cada um dos títulos anteriores de Marian, de Melancia a Chá de sumiço, causando identificação instantânea: quem nunca passou por situações loucas na vida? Um livro que convida todos a se divertirem mais uma vez com esses incríveis personagens. São páginas repletas de humor e sagacidade, como somente Marian Keyes é capaz de escrever.

Venho trazer uma resenha da minha autora preferida – o que não é novidade pra ninguém que acompanha o blog –, Marian Keyes.
A maravilhosa Marian nos presenteou com esse livro pequenininho – se comparada as obras anteriores da autora –, que nos proporcionam vários momentos de risadas e conhecemos mais detalhes sobre essa família tão amada!
O livro – como já se chama – é um dicionário de A-Z da família, onde é citado algumas coisas,  situações, momentos, dicas de cozinha da Mamãe Walsh – e olha que a Mamãe tem fama de ser péssima na cozinha – relatos sobre sua vida, família, trabalho, como conheceu o Papai Walsh... e por ai vai...

Cozinhar os alimentos é uma coisa boa; mata germes. Temperos são uma coisa ; podem fazer mal ao estômago.

De uma maneira totalmente engraçada – que somente a Marian Keyes poderia fazer –, a cada letra Mamãe Walsh tem uma história interessante e engraçadíssima para contar – e olha que a Mamãe já falava muito nos livros das filhas, imagina um só pra ela! Haha
As histórias são diversas, desde bronzeamentos artificias, ou quando a Mamãe descobri a existência das calcinhas chamadas “tangas” – com apelidinhos hilários e tudo!  Até a Lista da Pá é citada. Conhecemos mais sobre os netos e histórias antigas sobre suas filhas também são citadas – o que me causou também algumas risadas.
 [...]O sr. Walsh diz que eu não deveria encarar essas campanhas publicitárias como uma ordem. Eu não faço isso. Eu simplesmente as enxergo como uma espécie de desafio.

De certa forma o livro nos faz viajar e lembrar das histórias anteriores narradas por Claire, Rachel, Margaret, Ana e Hellen. Nos faz lembrar de momentos vivenciados por cada uma delas pela visão da Mamãe Walsh, o que dá um toque magnifico de humor. Vocês se lembram dos “Homens de Verdade”? Ou dos famosos homens “Mãos de Pluma”? Esses e mais outros assuntos são citados, o que não irei compartilhar com vocês para não perder a graça!

[...] a pior coisa que pode acontecer a um homem é ele ser um sujeito do tipo “Mãos de Pluma”. [...] Pra mim, um comportamento desse tipo parece lindo e decente.

Ah, e não poderia deixar de citar: alguma de vocês que já leram livros anteriores da Família Walsh, sabe me dizer o nome da Mamãe Walsh? Espero que não - sou egoísta, rs -, pois eu sempre – sempre mesmo! – me perguntava como era o nome dela!  Então, para quem sofria do mesmo mal que eu, podem se despreocupar, o grande mistério sobre o nome da Mamãe é revelado! E do Papai Walsh também!
Além de todo humor, o livro também tem papos sérios e Mamãe Walsh nos enche com sua sabedoria e conhecimento sobre a vida.

Felicidade é um assunto muito traiçoeiro. Uma das coisas que eu já notei sobre o mundo moderno é que todas as pessoas acham que têm o direito pleno de serem felizes o tempo inteiro. Acham que a tal Felicidade é a situação padrão da existência, e imaginam que cada um de nós deve fugir de qualquer outro cenário. Julgam que, se uma pessoa não é feliz o tempo todo, é porque está fazendo alguma coisa errada e precisa descobrir um jeito de fazer as coisas certas para conseguir ser feliz o tempo todo, se é que entendem o que estou querendo dizer.

Enfim, o livro Mamãe Walsh me fez lembrar o por que me apaixonei pela Marian Keyes e pela sua querida e louca Família Walsh.
É um livro delicioso de se devorar, repleto de humor e uma escrita rápida e envolvente! Para fãs da Marian, é indispensável e nos faz matar a saudade dessa família amada e engraçada!

Classificação:





Novo livro de Marian Keyes: Mamãe Walsh!

Heeey, amores!
Venho trazer uma suuuper noticia para os fãs - como eu -, de Marian Keyes!
A linda resolveu nos presentear com mais um livro da série da Família Walsh.  Já são cinco livros da família: o primeiro - e grande sucesso da autora, que consagrou a Marian, fazendo ela ficar conhecida pelo mundo todo - Melancia, depois vem Férias, Los Angeles, Tem Alguém Aí? e o mais recente trabalho da autora, Chá de Sumiço. Agora, para nos deixar mais felizes ainda - estou dando pulinhos de alegria -, ela resolveu fazer um livro exclusivo para nossa queridíssima - e engraçadíssima -, Mamãe Walsh.
Confiram a capa linda - como sempre - do livro, que é publicado aqui no Brasil, pela editora Bertrand Brasil:



A capa completa!

O livro será lançado no dia 14 de Novembro e já está em pré-venda em alguns sites com um preço di-vi-no, confira:


Americanas
Fnac
Submarino

Não vejo a hora de ler, estou absurdamente com saudades das obras da Marian Keyes! Mais um pra coleção, uhuuuuuuules! <3
Beeijos ;*

Resenha: "Chá de Sumiço" - Marian Keyes



Autora: Marian Keyes
Editora: Berthand Brasil
Páginas: 644
Ano: 2013
Sinopse: Helen Walsh não vive um bom momento. O trabalho como detetive particular não vai bem, o apartamento foi tomado por falta de pagamento e um ex- namorado surge com uma proposta de trabalho: encontrar o desaparecido músico da Laddz, a boy band do momento. Precisando do dinheiro, ela se vê forçada a aceitar, o que causa uma confusão em sua cabeça ao conviver com o ex e precisar acalmar o atual namorado. Ao tentar seguir suas próprias regras, Helen será arrastada para o mundo complexo, perigoso e glamoroso do showbiz, percebendo que seu pior inimigo ainda está por surgir. Irresistível, comovente e muito engraçado, Chá de sumiço é diferente de todos os romances do gênero, e a protagonista – corajosa, vulnerável e dona de uma língua afiadíssima – é a heroína perfeita para os novos tempos.

Hey, leitores! (:
Vocês que acompanham o blog, sabem do meu amor pela autora, sou totalmente suspeita pra falar sobre a Marian Keyes (estou devendo um post sobre ela, eu sei), então se tiver muito puxa-saco, ignorem! Hahaha

O que dizer de “Chá de Sumiço” ?! O que tenho a dizer é: Sim, pessoal! A Marian Keyes está de volta! Depois de um longo tempo sem livros publicados, Marian voltou com tudo esse ano para fechar o ciclo da tão querida família Walsh. Não sei se vocês sabem, mas não completei o livro das cinco irmãs ainda. Li o da Helen, Anna, Claire e Rachel. Falta somente a da Margaret, mas vou enrolar mais um pouquinho – pelo fato de não ser muito chegada nela, rs.
Posso dizer pra vocês que comecei o livro com uma vontade voraz, mas foi o livro da Marian que eu mais enrolei pra ler, não por ser ruim, mas sim por falta de tempo e também pelo livro – mesmo sendo bom – ter seus altos e baixos.
Como sempre, a Marian tem uma narrativa sensacional! O livro todo é narrado por Helen Walsh, a irmã mais nova e minha favorita personagem da família Walsh. Por isso, logo quando comecei ler o livro, fiquei chocada com o que aquelas páginas me informaram e o que tinham para me oferecer sobre a Helen.
A história em si é envolvente demais, Helen é uma investigadora particular, mas se vê desempregada, enxotada do seu apartamento, com sentimento suicidas e pior ainda, se vê de volta à casa de seus pais. Tem um namorado incrível – também investigador -, mas além de não se ar bem com um de seus filhos (sim, ele tem 3 filhos e uma ex- mulher perfeita!), se sente absurdamente depressiva.
Mas, com o surgimento de Jay Parker – um ex- namorado – e uma proposta de trabalho para encontrar um integrante de uma banda famosa. Helen fica indecisa, mesmo tendo um passado com Jay, - que a faz o odiar com todas as suas forças – Helen se vê sem escolhas: estava sem dinheiro e precisava muito dele, então, se odiando por isso, acabou topando. O que ela não fazia ideia, era o quanto iria ficar obcecada pelo caso.
 Puxa, talvez ele encontrasse Wayne, e eu não.
Nossa, que vergonha! Tudo bem que eu planejava me matar, mas ainda me restava um pouco de orgulho pelo meu trabalho.”
Fiquei meia hesitante, por esse fato de Helen ter depressão, mas Marian conseguiu abordar de um jeito sensacional esse tema. Tanto por me emocionar e me comover, quanto me arrancar algumas gargalhadas pelas atitudes de Helen – digo, fiz tudo pra me controlar pra não rir no metrô, mas foi impossível!
Nunca que eu ia imaginar, que a Helen louca de bem com a vida dos livros anteriores, seria uma pessoa totalmente angustiada, amedrontada e tinha extintos suicidas. Mas, a Helen que muitos conhecem, continua firme e engraçada! A personagem persistente, forte e hilária continua. O que posso garantir pra vocês é: não me decepcionei nem por um momento.    
Além de abordar a depressão de Helen, o ponto alto do livro é Wayne. E, posso dizer pra vocês que Helen não foi a única que ficou obcecada por Wayne, Deus, eu estava me segurando para não ler as últimas páginas para saber aonde essa criatura estava!
Todo o mistério do caso e os personagens envolvidos, faz com que a história cresça ainda mais. A cada página virada, ficava mais curiosa por mais informações de Wayne, de seu paradeiro, de o porquê ele tinha sumido (além do motivo óbvio!) e quem estava envolvido no seu desaparecimento – e olha que passaram tantas e tantas coisas na minha cabeça!


O que enche o livro também, são seus personagens marcantes, como a mamãe Walsh (que me fez rir, como sempre! Haha), Jay Parker, Artie (o namorado de Helen), seus filhos (principalmente a Bella), os integrantes da Laddz: John Joseph e Zeezah, Roger e Frank (que me fez rir pacas: me traga um XANAX!) (Vocês ouviram bastante sobre esse remédio! Haha), além de Gloria, que me fez quase arrancar os cabelos pra saber quem era ela e também Harry Gilliam, que apareceu bastante em “Tem Alguém Aí?”... Enfim, são tantos personagens, que é impossível citar todos, mas mesmo com aparições pequenas, complementam a história. O que realmente senti falta, foi saber mais sobre as irmãs de Helen, principalmente Anna (Tem Alguém Ai?), mas o que eu queria saber sobre ela, foi citado, então fiquei satisfeita.

“- Por ordens suas?-Por instruções minhas – corrigiu, com certa rispidez. Harry Gilliam nunca mandava, ele instruía.-Mas... Por quê?- Você começou a se acovardar e eu queria que continuasse a busca por Wayne, e acontece que sei qual é o melhor jeito de conseguir que Helen Walsh faça alguma coisa: manda-la fazer o contrário.”

Helen passa por tudo nesse livro, desde momentos depressivos, estadias em hospitais psiquiátricos, à perseguições, ameaças, coisas ilegais, dramas, suspenses, e muitos, muitos comentários e situações engraçadas.
Sempre gostei da Helen, mas depois desse livro, ela conseguiu a minha admiração e ser a minha 2º personagem preferida da Marian Keyes (a primeira é a Lucy Sullivan de “Casório?!”).
E o que posso dizer do final? Absurdamente óbvio e chocante! Fiquei indignada por não ter passado aquilo na minha cabeça, haha.
Marian é digna de tirar o chápeu. ~palmas, palmas~

Enfim, para não estender muito a resenha, digo e repito: Marian voltou com tudo e não perdeu seu talento imenso de fazer histórias maravilhosas e nos fazer ficar apegados aos seus personagens, além é claro, de não perder seu humor, que é seu grande forte. E claro, a mensagem linda do livro, que me fez parar para refletir.

-Então, como está se sentindo, no momento? – perguntei a ele. – Com relação à cabeça?
- Estou bem. E você?- Muito bem, obrigada. Levou algum tempo, mas estou melhor do que nunca, pelo menos em relação aos últimos anos. Acho que jamais voltarei a ser como era antes da primeira crise. Nunca mais serei tão durona, nem tão esperançosa. Mas estou muito bem, apesar disso.

Parando com a babação (mas ela é realmente maravilhosa no que faz!), o livro é repleto de suspense, drama, mistérios, uma pitada de romance e muito humor! Indico de olhos fechados (:

Classificação: 






Resenha: "Tem Alguém Aí? - Família Walsh, livro 4"


Tem Alguém Aí?

Autor: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 602
Ano: 2012
Sinopse: Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples...
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida... para sempre.



Minha primeira Resenha de livro da Marian Keyes (nem preciso dizer que ela é a minha autora favorita, né?! Está supeeeer na cara! DIVA), aqui no blog. Nada melhor do que começar com o 4º livro da famosa família Walsh: “Tem Alguém Aí?”, que conta a história da Anna Walsh.
Quando comecei a ler, sabia que não iria me decepcionar porque eu sei do dom que a Marian tem com as palavras.
O livro começa meio confuso e sem muitas informações de como Anna foi parar na casa dos pais machucada. Quando digo machucada, é literalmente. Joelho estourado, sem unhas nos dedos, braço quebrado em TRÊS lugares, sem falar da horrível cicatriz no seu rosto, enfim... Eu estava tão curiosa para saber o que aconteceu, que devorei as páginas.
Li, li e li. Enquanto Anna passa alguns meses de recuperação na casa de sua família na Irlanda, ela começa a relatar sobre sua vida antes do acidente. São uns flashes de memória, que nos faz ficar mais familiarizados com a personagem e com seu marido, Aidan. Ela conta desde como conseguiu seu emprego (“o melhor emprego do mundo!”), até a primeira vez que ela conhece Aidan. O primeiro encontro, o namoro exclusivo, a experiência de quase morte, o pedido de casamento. Aidan é um total cavaleiro (sem ser Mãos-de-Pluma), amigo, charmoso e sexy. Um homem totalmente apaixonante. Juro que achei meio cruel da Marian, nos fazer ficar apegadas a história do casal para ter um fim trágico.  Quando descobri, fiquei totalmente comovida, cheguei até a chorar.

“– Qual é o seu relacionamento com a vítima? – me perguntaram. – Você é esposa dele? Amiga?– Os dois – Aidan respondeu na minha frente, com voz de gargarejo.”Pág.217

Anna entra num estado robótico, quando volta a Nova York e para seu emprego. Não consegue sair com ninguém, muito menos fica em público. Não consegue tirar da cabeça de que precisa encontrar seu marido. Um tanto impossível.
Quando ela decide de qualquer forma, entrar em contado com o marido morto. (Desculpem, mas não é spoiler, é?! Quando comecei a ler o livro já sabia disso, pois li várias resenhas e a sinopse meio que entrega... Não fique chateada(o) comigo, pls.) 
Ela vai de tarô à espiritismo. Até que ela encontra uma igreja espirita – que não tem nada de igreja – e umas pessoas que à ajudam a passar por essa fase. Pessoas hilárias, por sinal. E loucas. Rá-rá.
Mas, a história não é somente dores, o modo engraçado que a Marian leva sua escrita, me fez dar gargalhadas – minha mãe até perguntou, “Que tanto você dá risada, menina?!”. Não estou brincando, é a pura verdade - os comentários da Anna, são divertidos e me fez ficar cada vez mais cativada com a história.
Eu achando que o pique para ler o livro iria acabar, pelo contrário, fiquei extasiada com a história. Era uma lágrima e risada a cada virada de página.
E eu não posso deixar de falar da louquinha-da-boca-afiada e minha personagem favorita: Helen Walsh. A irmã caçula da Anna, só faz o livro ser mais engraçado. Helen é uma detetive particular e vive solucionado casos de traição, e sonha com um dia escrever um roteiro policial para fazer uma série televisiva. Até que um dia, ela acaba encontrando o caso que irá encher o bolso dela de grana e deixando a sua vida cheia de emoções e adrenalina e rendendo muitos e-mails hilários, - de verdade, me fizeram chorar de rir – que ela vive enviando para Anna, juntamente com os e-mails da mamãe Walsh - igualmente hilários.
E claro, me fez matar saudades do resto da família Walsh. Eu li Melancia, que conta a história de Claire, e Férias, que conta a história de Rachel. Isso é muito legal da parte da Marian, de nos atualizar sobre personagens queridos. Fiquei feliz por saber mais sobre o que aconteceu com a vida delas pós livro.

O livro é fabuloso, bem escrito – que me fez ficar vidrada na leitura do começo ao fim –, divertido e, ao mesmo tempo, comovente. É uma montanha-russa de emoções. Marian sempre consegue combinar comédia romântica com uma pitada de realismo.
Para quem gosta de Chick lit, super recomendo. Para falar a verdade, recomendo qualquer livro da Marian Keyes.

classificação:

Chega nas livrarias novo livro de Marian Keyes: "Chá de Sumiço" !

Gente, fiquei mega feliz quando soube disso esses dias, porque sou ridiculamente fã da Marian Keyes. E quando a Bertrand divulgou a capa fiquei mais louca ainda para ter o livro. Já sabia que a Marian tinha lançado o livro novo ( porque sigo e acompanho ela no twitter), mas até chegar aqui no Brasil é toda uma burocracia. MAS, para a nossa alegria, o livro já está à venda em todas as livrarias! Uhuuuuul 
Chá de SumiçoÉ o livro 5 da série das irmãs Walsh -eu particularmente só li o Melancia Férias - e deve ser muito perfeito, não estou dizendo isso só porque curto o trabalho dela, mas sim, porque o trabalho dela é sensacional. Pra quem nunca leu um livro da Marian, indico ler qualquer um, tipo, agora! Sério, é o tipo de leitura que faz a gente querer devorar o livro de 700 páginas em um dia (pelo menos, é assim comigo!). E claro, para as pessoas que adoram uma comédia romantica, sem dúvida alguma, irá amar qualquer livro da Marian Keyes. O primeiro livro que li dela foi "Casório?!" e pra mim, continua sendo o meu favorito! Enfim, para aqueles que são fãs da Marian, estão como eu, loucos para devorar "Chá de Sumiço" e para aqueles que não são, irão ler e logo em seguida, comprar todos os livros da autora! ( tenho certeza disso ;)

SinopseHelen Walsh não vive um bom momento. O trabalho como detetive particular não vai bem, o apartamento foi tomado por falta de pagamento e um ex- namorado surge com uma proposta de trabalho: encontrar o desaparecido músico da Laddz, a boy band do momento. Precisando do dinheiro, ela se vê forçada a aceitar, o que causa uma confusão em sua cabeça ao conviver com o ex e precisar acalmar o atual namorado. Ao tentar seguir suas próprias regras, Helen será arrastada para o mundo complexo, perigoso e glamoroso do showbiz, percebendo que seu pior inimigo ainda está por surgir. Irresistível, comovente e muito engraçado, Chá de sumiço é diferente de todos os romances do gênero, e a protagonista – corajosa, vulnerável e dona de uma língua afiadíssima – é a heroína perfeita para os novos tempos.

E ai, o que acharam? Ficaram com vontade de sabe no que vai dar essa história como eu? Então corram para a livraria mais próxima e garantam o seu! Eu já vou garantir o meu, é claro. :) 
Site: Skoob