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Resenha: "Dezenove Luas" - Kami Garcia e Margaret Stohl


Dezenove Luas

Autora(s): Kami Garcia e Margaret Stohl
Editora: Galera Record
Páginas:319
Ano: 2013
Sinopse: Emocionante final da saga Beautiful Creatures, que vendeu mais de 60 mil exemplares apenas no Brasil. Nesse novo volume, após ter se sacrificado para restabelecer a Ordem das coisas e salvar o mundo de um apocalipse iminente, Ethan precisa encontrar uma forma de retornar do mundo dos mortos e reencontrar Lena, seu único e grande amor. Enfrentando velhos inimigos e fazendo aliados improváveis, ele precisa acreditar que o verdadeiro amor conquista tudo. Será?






Oi meus leitores fies, peço desculpa pela demora para postar resenhas – não é por falta de leitura, é falta de tempo mesmo para postá-las –, mas hoje tem resenha fresca pra vocês!
Terminei de ler já faz um tempinho, mas conta, né?! Hahaha

Dezenove Luas é o último livro da série Beautiful Creatures, e posso dizer com todas as palavras: não me desapontou.
Com o final absurdamente chocante de Dezoito Luas, o livro é do começo ao fim viciante e cativante, não consegui parar de ler. Como sempre, as autoras nos envolve com a narrativa de Ethan, nos cativando do começo ao fim. E o que foi bem legal que as autoras fizeram, foi que elas dividiram o livro entre os pensamentos de Ethan e Lena, coisa que não aconteceu nos outros livros, pois nos outros só víamos nas perspectivas de Ethan, já em Dezenove Luas, conseguimos ver mais de Lena e conhece-la ainda mais. (Que ajudou eu  deixar de lado a minha cisma com ela hahaha)

Depois de Ethan morrer para restabelecer a Ordem das Coisas, ele se encontra no outro lado. O outro lado, nada mais é, que a sua própria casa – sim, isso mesmo – no cemitério da Paz Perpétua (achei isso hilariante haha). Lá, ele não está sozinho, mas sim, muito bem acompanhado: sua mãe, Lila Wate está lá, juntamente com tia Prue (e tooooodos seus maridos falecidos, rs)! Amei essa parte, deu pra conhecer e se apegar a mãe de Ethan, que aparece tão pouco no decorrer dos livros, que nesse, conseguiu uma grande participação.
Ethan, se vê feliz e ao mesmo tempo infeliz, ele tem a sua mãe perto, mas se vê longe das duas outras mulheres da sua vida: seu grande amor, Lena; e Amma sua segunda mãe. Ele se vê perdido em seus sentimentos, mas algo lhe é revelado e tudo começa a fazer sentido, então ele começa uma busca de volta para o mundo mortal – mas nada vem tão fácil assim.
Com a ajuda de personagens como os Grandes, alguns personagens novos e essências e alguns inimigos (que nunca passou pela a minha cabeça que ajudaria Ethan), ele se vê numa jornada de tirar o fôlego.
Para Ethan poder voltar para o mundo mortal, ele precisa ir para o Registro Distante e arrancar a página de sua morte das Crônicas Conjuradoras, mas para isso acontecer, ele precisa da ajuda de Lena, Link, Ridley, Liv, John, Macon, Amma e tia Marian, que são essenciais para concluir algumas partes da jornada. Com isso Ethan começa a mandar mensagens, como sua mãe fazia para se comunicar com ele, mas como Ethan é péssimo para fazer música (haha), ele acaba usando as palavras cruzadas do jornal.

“– Sinto sua falta. Ethan Wate. Mais do que você imagina. Não consigo fazer as palavras cruzadas. Não consigo lembrar como fazer um assado. – Ela passou a  mão pelo olho e ficou com ela pousada na testa como se estivess com dor de cabeça.Também sinto sua falta Amma.

Tenho que confessar, que achei que o livro iria ficar caidinho quando passou para a parte da Lena, mas eu estava errada, com a junção de todos os personagens queridos, tentando ajudar trazer o Ethan para o mundo mortal, tudo foi muito surpreendentemente bem escrito. Nem um momento caidinho, desde Ethan passando pelo Mestre do Rio, pelo misterioso Guardião Xavier do Registro Distante, os mistérios do Livro das Luas e do Livro das Estrelas, O corvo, as piadas de Link ( e sua famosa e histórica tesoura de jardinagem hahaha), o sarcasmo de Ridley, a humildade de John, a inteligência de Liv e de tia Marian, a sabedoria e desenvoltura de Macon, as superstições e mistérios de Amma (que me fizeram chorar litros), as maldades de Abraham Ravewood, as atittudes de Sarafine e o poderoso e insano Angelus.... Com toda essa junção, o livro não poderia ser melhor.

Um indivíduo que irá dificultar bastante – e com certeza, é o grande vilão – é o Angelus, céus como esse personagem me irritou! Ele é a grande chave, que se juntou com quem? Adivinhem, Abraham Ravenwoood. 
Ethan precisa chegar até as Crônicas Conjuradoras, o que foi difícil, mas nada que um Obstinado não consiga fazer. Mas, para chegar até lá várias coisas deverão ser negociadas e deixadas para trás. Suas escolhas, poderiam mudar tudo, mudou tudo, e a cada página virada, foi ficando a certeza de que algo agridoce iria acontecer.
Sem mais rodeios, o fim de Dezenove Luas é exuberantemente surpreendente. Terminei as últimas páginas com lágrimas nos olhos e um sorriso no rosto de dever cumprido. Dever esse de ter terminado a série em alto estilo, sem reclamações, apenas saudades. Saudades de personagens que se foram ao longo da história, personagens que cresceram e aprenderam com a vida, de amores épicos e amores que nunca imaginaríamos que fosse possíveis. Simplesmente o livro acabou e sempre vai ser um dos meus favoritos. Indico até o fim. Tenho certeza de que quem ler, irá se surpreender e amar.
Uma história de amor, que não envolve somente o amor entre o casal principal, mas sim um amor por todos os personagens citados no livro. Meus parabéns para as autoras, por uma história muito bem escrita.    

“– Amo você, Lena Duchannes. Sempre amei e sempre amarei. – As palavras eram tão verdadeiras hoje quanto na primeira vez que as falei, na Décima Sexta Lua.– Eu amo você, Ethan Wate. Amei você desde o dia em que nos conhecemos. Ou antes. – Lena olhou bem nos meus olhos sorrindo.”

P.S: GENTE, o tão esperando mistério de Link e Amma foi revelado! Hahaha Passei os quatro livros intrigada com o tanto de vezes que a Amma ameaçava o Link, dizendo que iria conta para a mãe dele o que ele tinha feito no porão da casa de Ethan. Juro que ri pra caramba, quando ele finalmente revelou pro pessoal o grande mistério. Querem saber? Não deixem de ler!! Hahaha

Classificação: 

Beijos e até a próxima resenha! ;*



Resenha: "Dezoito Luas" - Kami Garcia e Margaret Stohl


Dezoito Luas

Autora(s): Kami Garcia e Margaret Stohl
Editora: Galera Record
Páginas: 406
Ano: 2013
Sinopse: Nesse novo romance, Ridley perdeu seus poderes, Link é um Incubus e as habilidades da família de Lena não andam muito acuradas. Nuvens de gafanhotos devoram todo o verde de Gatlin. Um calor sufocante deixa a grama marrom e os humores negros. Raios riscam o céu e tempestades assustam os animais. O equilíbrio está quebrado. Aparentemente, ao se Invocar Lena pode ter sido dado o pontapé inicial no Apocalipse.







Acabei de terminar de ler o livro e estou ainda assim: WOW!
Pensei que NADA pudesse superar Dezessete Luas, mas eu estava errada. Dezoito Luas é extremamente chocante. Estou extasiada ainda com todo o conteúdo magnifico que tem nele e com seu final de matar qualquer um do coração - sério, quase tive um infarto!  As autoras conseguiram me deixar mais apaixonada ainda pela série! 

Depois de Lena se Invocar e acabar com a Ordem das Coisas, Gatlin está um caos. Um calor insuportável domina a cidade, insetos por toda parte, secas, furacõestormentos causando destruição na cidade, deixando todos - principalmente a Sra. Lincoln haha - achando que é o Apocalipse. Realmente é o fim dos tempos, mas não tem nada a ver com o apocalipse, e sim com a Ordem das Coisas que precisa voltar ao seu equilíbrio.

"Eu sempre tive esperanças de que as coisas fossem mudar na minha cidade, até elas começarem a mudar. Agora queria que Gatlin voltasse a ser a cidade chata que tinha conhecido a vida toda."

Dezoito Luas deixa um pouco de lado a Lena (obrigada-senhorrrr!) e foca mais em  Ethan, o que foi fantástico da parte das autoras, pois querendo ou não, Ethan era só o narrador e Lena a protagonista nos dois livros anteriores, mas agora, ele conseguiu ser o centro de toda a história - o que amei.
Mesmo com todo caos e destruição que está acontecendo na cidade, o que me deixou mais atormentada e totalmente curiosa, foi o fato de estar acontecendo coisas absurdamente estranhas com Ethan. Além dos sonhos misteriosos e das músicas sinalizadoras, Ethan está agindo estranho: não gosta mais das suas comidas favoritas (como seu famoso copo de leite com achocolatado), está escrevendo com a mão esquerda, sendo que ele é destro e pior, anda esquecendo das coisas.

"Estava esquecendo coisas o tempo todo agora e não sabia por quê. Mas sabia que não era bom."

E os mistérios não acabam por ai, os Conjuradores estão com seus poderes falhando (sim, é isso mesmo) e Lena e Ethan estão tendo sonhos e visões sobre o passado de Sarafine, que acabam deixando Lena confusa o que pode mudar algumas coisas. Macon não sai dos Túneis e fica noite e dia estudando juntamente com Liv (sim, a britânica mais fofa, continua firme e forte na história), para ver se descobre um jeito de acabar com o fim dos tempos. Fora alguns segredos que Ethan descobriu que Amma está escondendo dele... São tantos segredos e mistérios, que conforme eu ia virando as páginas, um segredo era revelado e outro mistério se formava, foi tudo muito doloroso – num bom sentido, claro!

 "Pela primeira vez desde que conseguia lembrar, estava com medo do que poderia acontecer a Amma. O que fazia tanto sentido quanto um gatinho tendo medo do que poderia acontecer a um tigre."

Além de estar passado por todas essas coisas, Ethan tem que achar um jeito de colocar a Ordem das Coisas de volta ao seu lugar, o que não acaba sendo muito fácil, já que Abrahan Ravenwood, Sarafine e a Gangue de Sangue, estão fazendo de tudo para impedir que eles consigam, e eles acham que a chave mestre é John Breed. O que é ótimo, pois acabamos conhecendo muito mais sobre a história dele, sobre sua infância, seus criadores e algumas revelações são tão inusitadas e arrebatadoras, que fiquei: Ah, meu Deus! E posso dizer com todas as palavras que John Breed não é tão mal assim e é um personagem que conseguiu me cativar totalmente.
Outra personagem que dá o que falar é Ridley, mesmo sendo mortal, ela consegue aprontar e nos surpreender – uma vez Sirena, sempre Sirena.
E Link, que foi transformado em um Incubus (o que achei hilário), não perdeu seu senso de humor e conseguiu – como sempre – me arrancar várias risadas. Além de seu bom senso de humor, ele faz o maior sucesso na Jackson High, desde levar Savannah ao baile à ser um dos melhores jogadores de Basquete.
O que foi também totalmente envolvente e cativante, foi as autoras desenvolverem mais sobre o casal mais esquisito e apaixonante (Link e Ridley) e mostrar os dois se habituando a suas novas vidas, o que foi totalmente irônico, pois eles dois passam boa parte do livro em pé de guerra.

 " Talvez a família de Lena estivesse errada. Talvez ainda houvesse Luz nas Trevas. Link abaixou a cabeça em direção à dela, e suas testas se encostaram por um segundo."

Acho que o intuito das autoras era nos deixar dolorosamente curiosos, pois foi assim que me senti. E posso dizer a vocês: a sensação é maravilhosa conforme vamos desvendado cada mistério juntamente com Ethan. E olha, demora se desvendar, mas quando acontece, vem como uma bomba, que explode e nos deixa absurdamente grogue – é assim que estou me sentindo nesse momento – e com vontade de chorar pra carambaaa! Lágrimas após lágrimas, foi assim que terminei o livro.

"Pensei no que tia Prue disse para mim. A Roda do Destino... Ela esmaga a todos."

Não quero dar muitos spoilers porque a magia do livro é você mesmo desvendar os mistérios de cada página, mas o final... O que foi aquele final?! Estou tentando digerir ainda... 

O que posso dizer com todas as palavras é que Dezoito Luas é um livro de tirar o fôlego! Totalmente sombrio, bem escrito e de deixar os fãs totalmente enlouquecidos para ler a continuação! 

Classificação:  

E mais uma vez, o trailer do livro é apaixonante! Vejam:


 Partiu, Dezenove Luas para o Grand Finale!!
Beijos ;*


Resenha: "Dezessete Luas" - Kami Garcia e Margaret Stohl



Autora(s): Kami Garcia e Margaret Stohl
Editora: Galera Record
Páginas: 462
Ano: 2011
Sinopse: "Juntos, Ethan e Lena podem enfrentar qualquer ataque de Gatlin. Ao menos era assim que funcionava antes de Lena sofrer uma perda trágica e começar a se afastar e guardar segredos que estão testando o relacionamento. E agora que Ethan abriu os olhos para o lado negro de Gatlin, não há como voltar atrás. Assombrado por estranhas visões que somente ele consegue ver, Ethan vai sendo puxado cada vez mais para dentro da história confusa de sua cidade."







Dezessete Luas conseguiu me deixar mais apaixonada ainda pela saga. Depois de ler Dezesseis Luas (que havia ficado encantada com o enredo da história) ano passado, peguei o livro, comecei a ler, mas não consegui continuar - me irritei bastante com a personagem de Lena. (Comento sobre isso mais pra frente.) Enrolei bastante para começar a sequência, mas este ano decidi que iria persistir no livro e posso dizer pra vocês: a persistência valeu a pena. O livro é surpreendentemente bom! 

O começo de Dezessete Luas é extremamente brochante, depois do romance épico e meio impossível em Dezesseis Luas, entre Ethan e Lena – eu fiquei totalmente cativada por eles – as autoras tiram todo esse encanto, e o substitui por dúvida, ódio e punição. Mas, como disse à vocês no começo, o livro é surpreendentemente bom, e tirando o fato da chatice de Lena – e uns detalhes e outros – o livro é perfeito, vale muito a pena ler.

Depois da morte de Macon, e da sua Invocação que não deu muito certo deixando seus olhos, um verde e o outro dourado, a confusão em sua vida aumenta a cada dia.
Lena e Ethan passam a maior parte dos primeiros capítulos tentando voltar a ser o que eram antes, mas as dúvidas, os medos e as atitudes estranhas de Lena, fazem com que eles se afastem mais.
Ainda mais com a proximidade de Ridley e a chegada de um personagem novo, o misterioso John Breed – que não vou dizer o que ele é, porque senão perde a graça. ;D
Toda essa chatice da Lena me irritou e me desanimou também enquanto eu lia. O que me motivou mesmo a continuar a ler, foi o fato de eu gostar da formar que as autoras levam a narrativa do Ethan, deliciosamente envolvente.
 Além de todo esse drama com Lena, Ethan se vê tendo visões estranhas da história da casa de Ravenwood e Macon, continua escutando as músicas sinistras que tocam em sua cabeça e se vê – e se sente – totalmente sozinho, mas com a chegada de uma garota loira e britânica chamada Olivia – assistente da Marian na biblioteca e, que sabe muitas coisas sobre o mundo conjurador -  faz com que Ethan consiga focar no seu trabalho de verão e não deixar os problemas o consumirem.
O que me faz dizer que as autoras tentaram abordar na história, novas opções de relacionamento para Ethan e Lena com a chegada de John e Olivia. O que foi legal, pois avivou a história e atiçou a minha vontade ler e deixou todo o meu desânimo pra trás.

Em algum lugar no caminho entre a raiva, o medo e a infelicidade, ela havia dobrado uma esquina. Eu sabia por experiência própria que não havia volta.

Ethan continua tendo visões com mais frequência e cada vez mais, elas começam a ser diferentes. O legal das visões, é que a gente acaba conhecendo mais sobre a história da família de Lena, dos Conjuradores e Incubus e até mesmo sobre a maldição de Lena. E também acabamos descobrindo mais coisas sobre a morte da mãe de Ethan, com algumas revelações que me surpreenderam totalmente.

Depois de vários ocorridos, o relacionamento dos dois acaba chegando ao fim e Lena foge da cidade, juntamente com Ridley e John Breed.
Logo que Lena vai embora, Ethan descobri que ela corre perigo e decidi ir atrás de Lena.
Com a ajuda de Liv (a Olivia) e Link (meu personagem preferido), eles embarcam em uma busca implacável atrás de Lena entre os Túneis debaixo da cidade de Gatlin.

Ela era o me destino. Eu estava sempre a caminho de Lena, mesmo quando não estava. Mesmo quando ela não estava a caminho de mim.


Pra mim foi onde o livro começou, com todo os mistérios de luas, estrelas e esferas; As visões estranhas que guiavam Ethan a Lena; As revelações, as ajudas de personagens que eu nunca imaginei que faziam parte do mundo conjurador; A magia dos túneis e seus lugares místicos e encantadores e seus lugares assustadores também; E claro, a batalha final e os momentos chocantes, que me deixaram louca para devorar cada palavra.

Eu não ia deixar John Breed, Sarafine, uma estrela desaparecida, o tipo errado de lua ou os loucos céus Conjuradores me impedirem agora. Eu devia isso à garota da autoestrada 9.

E eu não posso terminar essa resenha, sem citar os personagens que completam e formam a história, nos fazendo ficar apegados ainda mais por eles. Eu tenho que começar por ele – porque ele já tem o meu coração *-* – Wesley Jefferson Lincoln, para os mais íntimos, Link... a história é cheia de dramas e essa linha meio darkness, mas Link conseguiu me fazer CHORAR de tanto rir, estou falando sério. Ele é muito engraçado, fazia uma situação totalmente séria ficar hilária, mas não é só fato de ele me fazer morrer de rir, mas Link foi amigo de verdade de Ethan no começo ao fim, e nesse livro acabamos conhecendo bem mais ele – e tenho certeza que em Dezoito Luas ele irá aparecer muito mais. Senti falta de Ama na história, ela não aparece tanto quanto eu queria, mas não se preocupem, ela tem uma participação essencial; As Irmãs estão como sempre, fofas e firmes e fortes na história, guardando mistérios que ninguém imaginaria; E até mesmo Ridley tem mais espaço na história, e acabamos conhecendo mais a personagem; E não posso me esquecer da gatinha da história: Lucille. Além de ser a gatinha mais fofa do mundo, ela tem um papel essencial na história também.

Vejo que você ainda tem a gata. Eu estava esperando a hora certa para soltá-la do varal. Ela sabe um ou dois truques. Você vai ver.

Pra não estender a resenha, Dezessete Luas fez eu viajar nesse mundo Conjurador, me senti totalmente na história. Me senti amiga de Ethan, Liv, Link e Lucille, que encheram a história do começo ao fim.
Para quem leu Dezesseis Luas, não deixem de ler Dezessete, que é uma mistura mágica e sobrenatural, diferente de tudo que você possa imaginar.

Na Luz há Trevas e nas Trevas há Luz.



Classificação:  

Só pra finalizar, pra deixar vocês com gostinho de Eu-preciso-ler-esse-livro, tem o trailer de lançamento do livro.
Eu sei, é meio velhinho, mas quando vi,  logo pensei: Ai-meu-Deus!
Como não tenho ideia se vai ter continuação nos cinemas - porque infelizmente conseguiram flippar o filme - esse vídeo me deixou extremamente eufórica para ter a sequência - só que decente dessa vez, claro.
Enfim, vocês precisam ver, pra sacar do quê estou falando...


E ai? Deixou vocês ansiosos pela leitura?!
Até a próxima resenha!
Beeeeijos ;*

Resenha: Dezesseis Luas - Margaret Stohl e Kami Garcia


Dezesseis Luas
Autor: Margaret Stohl & Kami Garcia
Editora: Galera Record
Páginas: 488
Ano: 2010
Sinopse: Ethan é um garoto normal de uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos e totalmente atormentado por sonhos, ou melhor, pesadelos com uma garota que ele nunca conheceu. Até que ela aparece... Lena Duchannes é uma adolescente que luta para esconder seus poderes e uma maldição que assombra sua família há gerações. Mais que um romance entre eles, há um segredo decisivo que pode vir à tona. Eleito pelo Amazon um dos melhores livros de ficção de 2009. Direitos de tradução vendidos para 24 países. Um filme da série está sendo produzido. "Pacote completo: um cenário assustador, uma maldição fatal, reencarnação, feitiços, bruxaria, vudu e personagens que simplesmente prenderão o leitor até o fim..."
 





Sou suspeita para falar sobre livro de fantasia, pois sou ridiculamente apaixonada por tudo que tem magia e suspense. Para ser sincera, só conheci o livro por causa do filme (que amei, por isso decidi ler a saga toda) e, depois de ler o livro - desculpe pelas palavras - descobri que a adaptação é uma merda e me decepcionou muito (depois comento mais sobre isso).
Bora falar sobre o livro. A narrativa do livro é sensacional, sem mais.  As autoras souberam fazer  isso muito bem. A leitura não é chata, pelo contrário, totalmente envolvente. Faz a gente devorar as páginas com rapidez. É claro que a narração do Ethan, que é um personagem cativante, cheio de humor fofo e super cabeça, ajuda muito. E a história em si, também. O livro já tem um diferencial, pelo simples fato de ser narrada por um garoto. E mais, um garoto que se apaixonada por uma garota sobrenatural, uma conjuradora. Todo lance de suspense, amor, conjuros, maldições, feitiços e mistérios que envolvem Lena, a sobrinha do velho Ravenwood ( o recluso da cidade de Gatlin) com Ethan, me fez cair em suspiros e ficar encantada com o casal.
O romance começa de uma forma tão irreal, que faz tudo ficar mais revigorante. Dos sonhos até o primeiro encontro de Ethan com Lena.

"- Você é incrivelmente, absolutamente, extremamente, inacreditavelmente diferente. - Toquei o braço dela com a ponta dos dedos, e imediatamente senti o calor da eletricidade. - Sei disso porque lá no fundo eu acho que também sou. Então me diga. Por favor. Diferente como?
- Não quero contar pra você.Uma lágrima escorreu por sua bochecha. Peguei-a com meu dedo, e ela também era quente."


"Eu me via sorrindo sem motivo, usando fones de ouvido e repetindo nossas conversas em minha mente só para poder ouvir sua voz de novo."

A história toda se baseia na luta e na busca de Lena juntamente com Ethan, de algo que possa quebrar a  maldição do seu "décimo-sexto" aniversário que foi feita em sua família seculos atrás. O medo excruciante de Lena de ir para o lado das Trevas a consume, mas com  a ajuda de uns e outros eles se envolvem em algumas aventuras sobrenaturais - o que marca e deixa o livro mais mágico.  O que realmente me fez ficar apaixonada pela história é todo esse amor que existe entre os dois. Toda essa coisa de ser impossível e de Ethan e Lena serem totalmente opostos, mas ao mesmo tempo, serem ligados por uma força sobrenatural.

- Ethan, sei que você acha que isso pode ter um final feliz, e por um tempo eu talvez também tenha achado. Mas não vivemos no mesmo mundo, e no meu, querer muito uma coisa não faz com que ela aconteça. - Ela não olhava para mim. - Somos diferentes demais.

Eu estava perdido antes de tê-la encontrado nos meus sonhos, e ela me encontrou naquele dia na chuva. Eu sabia que parecia que era sempre eu que estava tentando salvar Lena, mas a  verdade era que ela tinha me salvado, e eu não estava pronto para que ela parasse agora.

Um a coisa que chama bastante atenção e completa ainda mais a história, são os outros personagens que enchem a história de mistérios. Posso dizer que fiquei apegada por cada um como: a "babá" do Ethan, a Amma com sua personalidade forte e as vezes, até engraçada e suas superstições fora do normal.  Macon Ravenwood , tio de Lena o cara mais misterioso e charmoso da história. Link o amigo engraçado do Ethan, que me fez rir com coisas totalmente bobas. As Irmãs tias-avôs de Ehan, que são um absurdo de fofas. Marian a bibliotecária louquinha e tia de Ethan, com seus mistérios e frases filosóficas. E claro, a Ridley, a conjuradora das Trevas, que mesmo sendo má, cativa qualquer um. São tantos personagens, que mesmo aparecendo uma ou duas vezes, dá um toque à mais na história. As autoras desenvolveram muito bem a importância de cada personagem. 
E não tem nem como  não falar sobre ela, Lena. Ela é a personagem que completa  tudo. A garota tímida, excluída pela cidade, com seus medos e desejos de ser apenas uma garota normal. Com a chegada de Ethan, seu mundo fica de pernas pro ar e ela se encontra apaixonada por um Mortal. E ela nem imagina o que esse amor irá fazer com suas vidas. 
Toda essa coisa de Conjuradores, que nada mais é que um nome "chique" para bruxa(o), e todos eles desenvolvem poderes sobrenaturais, deixa tudo mais fascinante. Fora a música misteriosa, que vez ou outra aparecia no iPod do Ethan chamada "Dezesseis Luas".

"- Nunca amei você mais do que a amo nesse exato segundo. E nunca vou amar você menos do que a amo nesse exato segundo [...]- Isso é uma promessa?Apertei a mão dela.Não solte.Nunca.Nossas mãos se torceram e viraram uma."


O livro é maravilhoso. Eu realmente ameeei Dezesseis Luas, do começo ao fim. O livro é intenso, cheio de  mistérios, visões, maldição, muito romance e suspense. Todo o enredo da história é perfeito. Para quem está na duvida se compra ou não o livro, pode ter certeza o livro é perfeito.  

classificação:  

Adaptação para o cinema

Amma, Macon, Ethan, Lena, Ridley. Sarafine ( Sra. Lincoln)
Eu particularmente assisti o filme primeiro, antes de ler o livro. E amei. Mas para aqueles que leram o livro e ficaram estéricos com a noticia que iria ir para as telinhas, tenho certeza que saíram do cinema decepcionados.
Depois que terminei o livro, fui assistir novamente e fiquei chocada do quão diferente é.
O roteiro não foi fiel ao livro, alguns personagens que fazem a diferença na história não estão no filme, como a Marian, a participação dela no filme era essencial. Muitas cenas do livro foram totalmente destorcidas na adaptação, fora a falta de muitas cenas. 
A história de Genevieve e Ethan devia ter sido mais contada, pois quem não leu o livro (como eu quando tinha assistido) não entende absolutamente nada.
A Reunião do conselho na escola, o que aconteceu em uma igreja no filme ('-'), ficou ridícula comparada com a cena no livro. No livro foi totalmente digna com a entrada do Macon com a Marian.
E essas,são apenas algumas cenas que ficaram diferentes. Tem partes que eu fiquei tipo: "Meu Deus, isso é mesmo Dezesseis Luas?!"


A única coisa boa mesmo foi a escolha dos atores, eu realmente achei linda a atriz Alice Englert ela é totalmente parecida com a descrição de Lena no livro. Já o Alden Ehrenreich não achei ele muito bonito, mas o modo como ele desenvolveu o personagem, totalmente engraçado, me cativou.
A Amma, achei muito nova, já que Ethan descrevia ela meio senhorinha. E claro, a Ridley. Ela é LOIRA com os cabelos compridos e tal. Ai me aparece uma garota com cabelos curtos nem um pouco loiro. Decepcionante. A única coisa que achei que deu pra engolir, foi a boca da atriz e o pirulito, deixaram ela pelo menos um pouquinho parecida com a personagem.
Enfim, o filme em comparação ao livro, deixou muito a desejar. Fugiu muito do enredo da história. 
Uma coisa que é boa e indico, é escutar é a trilha sonora. É perfeita. Bem dark, bem melosa e sexy. E claro, não poderia faltar a música que marcou o livro: " Dezesseis Luas". Ficou exatamente como o Ethan descreveu: "Bonita e triste, quase hipnótica".


Bom, é isso minha gente. Espero que tenham gostado.